Como cagar corretamente
Depois de 33 anos de existência, descobri que cagava errado.
Nesse episódio, vou falar de um novo e melhor jeito de cagar.
O grande problema da privada é o ângulo que ela proporciona.
E isso faz uma diferença enorme no momento de cagar.
Quer saber mais? Ouça o GunCast!

Ajude

Se vc gostou do meu podcast, deixe um review no iTunes.
Se vc gostou de ouvir podcasts em geral, indique para os seus amigos.

O vídeo explica a forma correta de cagar

Insights 

– De cócoras é a posição anatomicamente perfeita para cagar;
– Os carros deveriam ter teto solar, que capta energia para fazer o veículo andar;
– Nada é verdade absoluta;
– Para simular a posição de cócoras na privada normal, vc pega a lixeira, coloca ela em frente à privada e põe os dois pés em cima;
– Temos que passar a questionar as coisas que consideramos verdades definitivas;
– As tradições fazem a gente não inovar e consideramos que, por ser antigo, é verdade;
– Se a justificativa for “é que tal coisa foi sempre assim”, é uma furada. 

Episódios Futuros

– Empatia.

Participe

Comente este episódio logo abaixo.
Converse com outros ouvintes no grupo do Facebook: Clique aqui e faça parte do grupo GunCast

FALOU, PAPAI

Edição: Sancler Miranda
Produção: Renato Ribeiro

Só para quem acabou os estudos

Os estudos não acabam e não podem acabar. É um paradigma ter um foco voltado para aprender até os 30 anos e depois colocar tudo o que foi aprendido em prática.

Temos que estar sempre aprendendo. O que você aprendeu em 30 anos, nos próximos 30 já fica velho. Educação é para a vida inteira. Sou obcecado nisso e não por acaso me autointitulo um aprendedor.

Quando chego no fim de um dia, sempre me pergunto: “O que me fez crescer, o que aprendi?”. Netflix, por exemplo, é um meio em que aprendo muito por causa dos documentários.

A questão é sempre se educar e se questionar. Qual seu ritmo de aprendizado? Para mim, o ritmo de aprendizado é o que diferencia os profissionais.

Acredito que as pessoas deveriam sempre ou quase sempre estar fazendo cursos. Se você acha que tem a época dos estudos e que você finalizou essa fase com a conclusão de uma pós-graduação, mestrado ou doutorado, você está enganado.

Os estudos são para sempre.

Ajude

Se vc gostou do meu podcast, deixe um review no iTunes.
Se vc gostou de ouvir podcasts em geral, indique para os seus amigos.

Insights 

– Os estudos nunca acabam;

– O que você aprendeu em 30 anos, nos próximos 30 já fica velho;

– A questão é sempre se educar e se questionar;

– Eu sempre me pergunto o que aprendi no dia e o que me fez crescer;

– Netflix para mim é documentário porque com eles eu aprendo;

– Para mim, o que diferencia os profissionais é o ritmo de aprendizagem;

– O que vc tem a aprender tende a ser mais útil do que vc aprendeu;

– As pessoas deveriam sempre fazer cursos;

– É incrível quando as pessoas entregam mais e esperam receber menos. 

Episódios Futuros

– Déficit de atenção;

– Planos de aposentadoria no século XXI;

– Learning experience;

– Respeito ao tempo.

Podcast da Bianca Sollero

  • https://m.soundcloud.com/criatividade-com-asas

Participe

Comente este episódio logo abaixo.
Converse com outros ouvintes no grupo do Facebook: Clique aqui e faça parte do grupo GunCast

FALOU, PAPAI

Edição: Sancler Miranda
Produção: Renato Ribeiro

Expor ao novo

Expor ao novo pode parecer uma expressão muito ouvida, mas gostaria de falar sobre uma história específica. Quando damos exemplos, as coisas ficam mais claras. Assim que fui selecionado para passar dez semanas na Singularity University, na Nasa, fiz a application relacionada à área de educação.

Prestes a chegar lá, porém, desenhei diversas promessas em relação a mim mesmo e pensei: “Será que na Singularity não seria a oportunidade de eu me envolver em projetos que não tinha ligação direta? Será que poderia falar de energia, fome ou de algum outro assunto?”.

Chegando lá, me forcei a me expor a uma situação de total desconforto. Educação é um tema com o qual eu já estava trabalhando e, assim, decidi escolher um dos outros grandes desafios globais (chamados de Global Grand Challenges – GGC – pela Singularity).  Poderia escolher um desafio entre Desastres, Energia, Meio Ambiente, Alimentação, Saúde, Pobreza, Segurança, Sociedade em mudança ou Água.

No fim das contas, decidi participar de um projeto relacionado à saúde. Ao final do programa, o projeto deve usar as tecnologias exponenciais aprendidas no curso para endereçar um problema dos GGC. Participei de uma equipe e trabalhamos para criar um aparelho auditivo para idosos com várias inteligências artificiais. Nossa proposta foi mudar a percepção sobre aparelhos auditivos e a intenção, ser uma espécie de Apple para idosos.

Com as pessoas incríveis que estavam ao meu lado, tivemos um enorme sucesso. Quando voltei para o Brasil, retomei o trabalho com educação, mas com vários aprendizados e diversas lições por causa dessa experiência em que me expus a uma grande novidade na Singularity.

Enfim, esse é um exemplo hardcore em que vivi completamente fora da zona de conforto. Não só recomendo, como acredito fortemente que todo mundo deveria passar por isso em algum momento da vida. Agora, quem nunca aceita se expor às novidades que a vida oferece, é porque está de brincadeira na tomateira.

Ajude

Se vc gostou do meu podcast, deixe um review no iTunes.
Se vc gostou de ouvir podcasts em geral, indique para os seus amigos.

Insights 

– Um dos lemas que tenho na empresa é walk the talk, ou seja, faça o que vc fala;
– Fiz um application sobre educação, mas prometi que não ia me envolver com isso;
– Esse é um exemplo hardcore e me expus ao novo;
– O conteúdo é 50% e os outros 50% é networking;
– Escutar é entrar a onda sonora; e ouvir é de fato processar;
– Fiz promessas a mim mesmo em relação à Singularity, como eu iria me comportar lá;

Episódios Futuros

– Os princípios da minha empresa;
– Histórias da Singularity;
– Application da Singularity;
– O jeito de aprender do século XXI
– Marketing Digital;
– Projeto de Saúde;
– Colegas da Singularity.

Temas ligados à missão da Singularity

22182517928554

Participe

Comente este episódio logo abaixo.
Converse com outros ouvintes no grupo do Facebook: Clique aqui e faça parte do grupo GunCast

FALOU, PAPAI

Edição: Sancler Miranda
Produção: Renato Ribeiro

A Ilusão de Ícaro

Ícaro é um personagem mitológico e eu quero contar a forma como Seth Godin, que escreveu um livro a respeito de tal história, explica um lado que pouca gente conhece.

Pelo que contam, Ícaro e seu pai Dédalo fizeram algo errado e foram presos. Na prisão, Dédalo criou um par de asas de cera para Ícaro fugir e falou para ele não voar muito alto, perto do sol, porque a cera poderia derreter.

Ícaro, por sua vez, ficou pirado com essa possibilidade e voou muito alto. A cera derreteu e ele caiu no mar e morreu. Qual a lição que fica? Não desobedeça. Não deseje ir muito alto. Não pense que você pode ir além.

É uma lenda limitante, óbvio. Além disso, tem uma parte desse mito que não contaram. Dédalo também instruiu Ícaro a não voar muito baixo, perto do mar, porque a sustentação das asas seria destruída.

O fato é que a sociedade foi moldando esse mito. Criou-se uma cultura de que sempre somos lembrados do perigo de irmos longe demais. Somos estimulados a nos contentar com pouco.

Dentro disso, vale falar dos provérbios que também nos limitam. Por que é melhor um pássaro na mão que dois voando? Num mundo de mudanças, se contentar com pouco é muito perigoso.

Ao fazer isso, nos auto-enganamos e também decepcionamos aqueles que dependem de nós. Como disse Seth Godin, “somos obcecados pelo risco de brilhar e fazemos todo o possível para isso não acontecer”.

Falando desse assunto, me lembrei de quando larguei o ensino médio. Isso parece uma coisa bem louca e as pessoas poderiam pensar: “Ah, meu Deus, como um pai em sã consciência pode deixar um filho largar o ensino médio?”

Pois foi isso que aconteceu e não foi o fim do mundo. Pelo contrário. Foi a melhor decisão que eu poderia ter tomado naquele momento. Já tinha experiência, pois trabalhava desde os 13 anos e o momento era ótimo, com o boom da Internet.

Acabou que não voltei ao colégio, fiz supletivo, entrei no modo concurseiro, fiz vestibular (que era o mais difícil) e passei. Então, a mensagem é que vale a pena correr riscos calculados. Agora, se você está se contentando com pouco, é porque está de brincadeira na tomateira.

FRESNO

Por coincidência, a banda Fresno gravou uma música sobre o tema. Vale conferir a letra e o vídeo!

Icarus

Compositor: Lucas Silveira, Gustavo Mantovani, Mario Camelo e Thiago Guerra

Munido de coragem e de asas em seus pés
Foi que ele disse adeus pro chão
E a Terra nem sequer pensou em lhe retribuir
Levou consigo um sonho nas mãos

Se existe prisão é pra você fugir
Eles nem vão perceber quando a gente sumir
A sombra desse medo vai te destruir
Ainda temos muito pra viver

Todo dia as horas se recusam a passar
Se os olhos fecham pro agora e você diz não
E se você quiser ver que não importa o lugar
E que o que prende você é algo que você não pode enxergar

Está nas suas mãos

Se existe prisão é pra você fugir
Eles nem vão perceber quando a gente sumir
A sombra desse medo vai te destruir
E ninguém vive a vida por você

Quer saber quais são? Ouça o Guncast!

Ajude

Se vc gostou do meu podcast, deixe um review no iTunes.
Se vc gostou de ouvir podcasts em geral, indique para os seus amigos.

Insights 

– Temos uma cultura que fala do perigo de querermos ir longe demais;
– A Revolução Industrial tornou a arrogância um pecado capital;
– Um erro muito comum é se contentar com pouco;
– Os provérbios limitam muito. Por que um pássaro na mão é melhor que dois voando?
– Na história de Ícaro, contam que voar baixo parece seguro, mas não é;
– Num mundo de mudanças, se contentar com pouco é muito perigoso;
– A gente acaba estabelecendo expectativas baixas e sonhos pequenos e aí a gente se contenta com muito menos do que somos capazes;
– Quanto por cento da mente é subutilizada por causa desse mindset de se contentar com pouco?
– Ao voar baixo a gente decepciona com nós mesmos e com aqueles que dependem de nós;
– Como diz o Seth Godin, “somos tão obcecados pelo risco de brilhar que fazemos todo o possível para evitar isso”;
– O caminho disponível para cada um de nós não é nem a estupidez imprudente, nem a obediência negligente;
– Coisas boas merecem ser relidas porque os múltiplos impactos ajudam a memorizar as coisas. 

Episódios Futuros (quem sabe!);

– Dra. Amélia, minha sogra, compartilhando suas sacadas.

Participe

Comente este episódio logo abaixo.
Converse com outros ouvintes no grupo do Facebook: Clique aqui e faça parte do grupo GunCast

FALOU, PAPAI

Edição: Sancler Miranda
Produção: Renato Ribeiro

 

Todo mundo agora é coach

Dias atrás, teve uma discussão no Facebook sobre o fato de que, agora, muitas pessoas são mentoras e coaches. Fui citado como exemplo de influenciador motivacional e esse é um rótulo que gosto porque motivação é algo que temos déficit no Brasil.

Acho a percepção de que todo mundo é coach é o pensamento de um nicho dentro de um universo Brasil. Vários amigos meus não têm essa ideia das pessoas que estão debatendo esse assunto.

A galera que ouve o GunCast não é uma amostra muito representativa do país. É um nicho que está crescendo e evolui, também, por causa dos influenciadores motivacionais.

No fundo, estamos falando de educação, que é um mercado em que atuo. A título de curiosidade, é a terceira vez que estou num mercado com barreira de entrada baixa.

A primeira vez foi no final dos anos 90, quando comecei a fazer sites. Na época, era um negócio inovador e eu montei uma empresa com 40 funcionários. Era fácil fazer site e poucos trabalhavam com excelência.

Como disse, foi uma barreira de entrada baixa, ao contrário de você entrar como franqueado da Mcdonalds, por exemplo, que é uma barreira de entrada grande porque é necessário ter 1 milhão de reais em caixa.

Em seguida, entrei na comédia, que também é uma barreira baixa. Basta subir no palco de bermuda e chinelo e falar. É um ambiente com muita abertura para se apresentar por 5 minutos em um grande palco.

Na educação, a barreira de entrada é baixa porque todo mundo tem algo a ensinar a alguém. Trata-se da teoria básica do livro O Mensageiro Milionário (que citei no vídeo “10 livros que todo mundo deveria ler”, que pode ser acessado em www.murilogun.com.br/10livros).

Nesse universo da educação está o coach. Para ser profissional da área, é possível fazer um curso muito bom de uns 8 mil reais, com certificação. É bem mais fácil que tirar uma OAB, por exemplo. Tem muita gente entrando nessa vibe e, como em todos mercados, o tempo dirá quem vai sobreviver. Sendo assim, acho que todo mundo tem que tentar.

Valor

Para um charlatão se manter não é fácil. Uma hora as coisas vão dar errado e a casa cai. As pessoas só vão se manter se oferecerem serviços que realmente funcionam. Se um curso não entregar valor, não sai da primeira turma.

Isso é empreender que significa puxar as rédeas da sua própria vida. Um coach, portanto, é um empreendedor. Está faltando esse tipo de profissional no mercado e as pessoas precisam de ajuda.

Como já disse, os melhores vão sobreviver no mercado. Eu, por exemplo, sou obcecado com transformação e sempre penso em como entregar um serviço ou produto de forma mais excelente. Como Jobs faria, entendesse?

Além de falar sobre criatividade, meu curso também é sobre a mente humana. Eu mexo no software, dou uma reconfigurada nas ideias da galera. E também tem uma pegada de motivação, claro.

Falando nisso, vale dizer que motivação é igual banho: tem que ter todo dia. Eu mesmo me motivo, por exemplo, com o Instagram do Geração de Valor, com o SnapChat da Bel Pesce e com muitas outras coisas.

Resumindo o texto em poucas palavras: tem muito influenciador motivacional por aí, mas ainda são poucos para a demanda que o Brasil precisa. Os melhores vão aparecer, vão crescer e serão essenciais para o processo de transformação do país.

Ajude

Se vc gostou do meu podcast, deixe um review no iTunes.
Se vc gostou de ouvir podcasts em geral, indique para os seus amigos.

Insights

– É uma ótima parada ser alguém que influencia os outros a ficarem motivados;
– Pessoas do Grupo GunCast não são uma amostra representativa do universo Brasil;
– Qualquer franquia tem uma barreira de entrada;
– Todo mundo tem algo a ensinar para alguém;
– Se resolver virar coach, vc é um empreendedor;
– Empreender é uma atitude de vc ser protagonista e dizer para onde vai;
– Se vc consegue ser uma espécie de “autocoach”, isso é poderoso demais;
– Está faltando coach no país porque as pessoas precisam de ajuda;
– Será que vai existir humanidade até minha filha ficar velha? Me questiono isso;
– Tem gente ruim fazendo coach, mas vai aprendendo e muitos ficarão bons;
– Tem tantas coisas que fazem mal e que deviam ser questionadas;
– O resultado na minha escola online não é medido pelas inscrições, mas pela transformação;
– O meu curso não é de empreendedorismo, é de mente, para reconfigurar algumas coisas;
– Motivação é igual banho, tem que tomar todo dia;
– Daqui a pouco vamos morar na lua e ninguém vai permitir cedilha no endereço da internet?

Episódios Futuros

– Livros;
– Todo mundo tem algo a ensinar;
– Os quatro compromissos.

Participe

Comente este episódio logo abaixo.
Converse com outros ouvintes no grupo do Facebook: Clique aqui e faça parte do grupo GunCast

Links citados

– Os 10 livros que todo mundo deveria ler – clique aqui;
– A Fórmula de Lançamento do Érico Rocha – clique aqui.

 

FALOU, PAPAI

Edição: Sancler Miranda
Produção: Renato Ribeiro

Pense como o Cérebro

Esse Cérebro que falo é o personagem do desenho. Acho que todo mundo conhece, né? O Cérebro é muito inteligente e faz parceria com o Pink, que é meio bobinho. Um tem várias ideias de dominar o mundo e o outro sempre atrapalha os planos.

O que isso tem a ver comigo? Na convenção da minha empresa, eu e minha equipe combinamos de nos “associar” a alguns personagens. Tem o exemplo do Hulk, ligado à transformação; e do Pink e Cérebro, que pensam grande.

Na Singularity, a escola da Nasa onde passei 10 semanas, eu fui muito transformado. Depois que voltei de lá, passei a pensar mais em coisas globais. No ano passado, por exemplo, palestrei na Argentina e em Nova York.

Um mindset Pink e Cérebro, por exemplo, não indica ser dono da loja, mas da rede. Outro exemplo são as camisas que distribui no Hardwork Papai, o evento off-line do meu curso online. Poderíamos entregá-las de forma simples, em cima do balcão e tal, mas criamos uma “fashion brand”.

Falando nisso, estamos articulando um negócio foda nessa área. Vai ser um lance de “content wear”, mas falo disso depois com detalhes, hehe. O fato é que quero e vai ser uma marca muito top. Vou fazer como uma Armani da vida faria.

Voltando ao Pink e Cérebro, no desenho as coisas nunca dão certo, mas eles gerenciam as frustrações. Os ratinhos não desistem, implementam planos diferentes e estão sempre focados no desafio de dominar o mundo.

Na minha realidade, pensar grande já é algo natural. Por isso, um dos meus sonhos é lançar um livro foda e quero que ele se torne best-seller mundial. Talvez não consiga, mas vou ficar muito feliz se me transformar em best-seller da Veja, por exemplo.

Resumindo tudo que falei: vale a pena pensar grande, desde que você gerencie bem suas frustrações. Mas se você pensa pequeno apenas para não se frustrar é porque está de brincadeira na tomateira.

Veja a abertura do desenho:

Ajude

Se vc gostou do meu podcast, deixe um review no iTunes.
Se vc gostou de ouvir podcasts em geral, indique para os seus amigos.

Insights

– O Pink e o Cérebro simbolizam um mindset de pensar grande;
– A gente sempre faz as coisas com pensamento grande;
– Não é ser dono da loja, mas ser dono da rede;
– Em vez de entregar camisa, criamos uma “fashion brand”;
– O Cérebro nunca repete seu plano;
– Muitas vezes vc não atinge o que queria, mas acaba alcançando algo foda.

Episódios Futuros

– Meu livro em 2016;
– Histórias sobre meu pai.

Participe

Comente este episódio.
Converse com outros ouvintes no grupo do Facebook: Clique aqui e faça parte do grupo GunCast

FALOU, PAPAI

Edição: Sancler Miranda
Produção: Renato Ribeiro

Por que Hulk?

Já falei em outro podcast que fui no centro de Recife para comprar algumas coisas para a convenção da minha empresa, que aconteceu no início de janeiro e se chamou Hulk Meeting 2021.

Em uma brincadeira interna, escolhi o Hulk como tema porque ele é o único super-herói que tem um real compromisso com a transformação. O Clark Kent, por exemplo, se quiser não vira Super-Man. O Hulk não tem a opção de não se transformar.

E por que 2021? Porque minha convenção será sempre pensando em cinco anos na frente. Ou seja, além do compromisso com a transformação, buscamos ser a tendência e não seguir a tendência.

Essas ideias estão diretamente ligadas à minha startup de cursos online que montei em meados de 2015. Hoje tenho um curso de criatividade e neste ano vou lançar outros cursos.

Muita gente falou que voltei a trabalhar na Internet. Mas sempre digo que não. Trabalho com educação e uso a Internet como o meu principal canal de distribuição.

Quando fiz o curso na Singularity, a universidade da Nasa onde passei 10 semanas, me apaixonei pelo tema. Hoje, vejo a maioria absoluta das instituições pensando que o objetivo é apenas ensinar.

Mas acho que o nível foda de educação passa por três fases: ensinar, fazer as pessoas aprenderem e depois aplicarem o aprendizado. Isso, inevitavelmente, gera transformação. Se não tem impacto, a educação não passou de entretenimento.

Sempre falo para minha equipe que temos um real compromisso com a transformação dos alunos. A celebração do sucesso ocorre não quando fechamos as matrículas, mas quando o curso acaba e recebemos os depoimentos dos alunos contando suas histórias de transformação.

Assim como o Hulk, não temos a opção da não transformação.

Ajude

Se vc gostou do meu podcast, deixe um review no iTunes.
Se vc gostou de ouvir podcasts em geral, indique para os seus amigos.

Insights

– Trabalho com educação e uso a internet como principal canal de distribuição;
– Educação é fazer com que as outras partes aprendam;
– O nível mais foda que eu acho é quem foca em ensinar que as pessoas aprendam e apliquem o aprendizado;
– Se o aprendizado não gera nenhum impacto na sua vida ou trabalho, foi só por lazer;
– Um processo de aprendizado é foda quando ele gera transformação;
– Nós não vendemos conteúdo, nós vendemos transformação;
– Educação não se mede por horas ensinadas, se mede por transformação. 

Episódios Futuros

– Depois eu conto a história da Singularity, com vários desafios globais, dentre eles a educação;
– Como eu desenhei minha convenção.

Participe

Comente este episódio.
Converse com outros ouvintes no grupo do Facebook: Clique aqui e faça parte do grupo GunCast

FALOU, PAPAI

Edição: Sancler Miranda
Produção: Renato Ribeiro

Qual o real motivo em optar por esse mundo dos concursos?

Tenho muitos amigos de Recife que estão estudando para concurso público. Meu pai, minha mãe e meus sogros são concursados. Obviamente, não tenho nada contra o serviço público. Sei que uns são moleza, outros não são. Sei também que muitos profissionais são excelentes.

No podcast que gravei sobre o tema, falei sobre as situações em que não se deve fazer concurso. Qual a razão pela qual optar por isso? Essa resposta vai direcionar se a pessoa deve ou não fazer um concurso.

Algumas pessoas fazem pelo motivo errado. Como exemplo, tenho um amigo que quer ser procurador. Ele tem tesão nisso. Além dele, conheço várias outras pessoas que sonham em se tornar juízes, delegados, dentre outras profissões, que realmente têm motivos poderosos para se dedicar a passar em um concurso.

É lindo quando a pessoa compreende o concurso como uma carreira que está alinhada ao propósito. Tem mais é que focar, estudar e passar porque o Brasil vai melhorar por causa de alguém que pensa e age assim.

Mas quando a pessoa faz só pela estabilidade é um grande erro. Será que existe estabilidade? Mesmo se não houvesse crise, é um erro ir pela estabilidade. Conheço pessoas que escolhem ser concursadas pelo salário. Tem que pensar que isso vai impactar uma vida inteira.

Imagine que a pessoa vai trabalhar nos próximos 30 ou 40 anos, durante 5 dias por semana. Não dá para escolher apenas por causa dos salários e dos benefícios. É uma decisão que vai moldar uma vida e isso é muito importante.

Trabalho é vida, vida é trabalho. Tudo se mistura. O trabalho faz parte da vida e está no mesmo pacote. Entendesse? Não dá para acordar todo dia sem tesão de ir para o trabalho. Tem que ter um motivo forte para acordar. Não é só cumprir tabela.

Para não ficar chato, vou falar que admiro profundamente o modo concurseiro. Acho incrível quando as pessoas tomam uma decisão e estudam por horas e horas, durante dias, meses e até anos. Isso é foco e foco é abdicar. Não existe foco sem perder algo.

Quem está focado no modo concurseiro tem que entender que isso é um poder incrível. Se canalizar isso para qualquer outra coisa, a pessoa vai ter mais sucesso profissional, mais realização pessoal, mais felicidade e mais dinheiro em menos tempo. Mas tem que ter o mesmo foco, papai! 😉

De toda forma, o concurseiro tem que estar sempre muito atento. Se está cavando no lugar errado, por exemplo, não adianta continuar cavando. Será que não vale a pena cavar em outro lugar? E como eu já perguntei: qual o real motivo que faz uma pessoa optar por esse mundo dos concursos?

Participe

Comente este episódio aqui.
Converse com outros ouvintes no grupo do Facebook: Clique aqui e faça parte do grupo GunCast

Ajude

Se vc gostou do meu podcast, deixe um review no iTunes.
Se vc gostou de ouvir podcasts em geral, indique para os seus amigos.

Insights
– Qual seu por quê? É isso que vai direcionar se vc deve ou não fazer concurso;
– Quando a pessoa faz só pela estabilidade é um grande erro;
– Vc não pode escolher pelo cardápio de preço;
– O trabalho faz parte da vida;
– Tem que ter um motivo importante para acordar todos os dias;
– Uma coisa que admiro muito nos concurseiros é o foco;
– Não existe foco sem abdicar de algo;
– Se pegar esse modo concurseiro e canalizá-lo para outra coisa vc vai ter mais sucesso profissional, mais realização pessoal, mais felicidade e mais dinheiro;
– Só que algo foi gasto não é motivo para vc continuar nisso. 

FALOU, PAPAI

Edição: Sancler Miranda
Produção: Renato Ribeiro

A crise, a fé e a Dona Lourdes

Reclamar de Dilma e rezar pra Deus? Essa foi uma coisa que ouvi da Dona Lourdes, uma empreendedora de Recife bem #hardworkpapai. Quem me conhece, sabe que adoro perguntar para as pessoas sobre o que elas pensam da crise. Pergunto para o taxista, para a minha sogra juíza e para um monte de gente que encontro.

Com a Dona Lourdes, tive uma surpresa muito especial. Ela é uma senhora com mais de 60 anos que estava muito emocionada porque o ano estava acabando e todas suas contas estavam em dia. Apesar do saldo positivo, tinha sido um ano duro. Por isso, eu percebi uma forte emoção em cada gesto e palavra.

“As pessoas têm que parar de SÓ ficar reclamando de Dilma ou SÓ ficar rezando para Deus”, disse ela. Destaquei o só porque se a pessoa não se mexer não vai adiantar nada. Acho lindo as pessoas que têm fé e acho legítimo as pessoas reclamarem de Dilma e da crise. Mas só fazer isso não rola, papai!

Reclamar de Dilma é gastar energia à toa com coisas que não controlamos. A inflação, o dólar, os impostos e blá-blá-blá. Não é questão de eu desmerecer essas paradas. O que quero deixar bem claro é que temos que focar nas variáveis que podemos controlar.

Tem que ter ação, tá ligado? Um exemplo é quando fui comprar algumas coisas para a convenção da minha empresa, com o tema Hulk. Fui numas sete empresas e todas (as pessoas que trabalham nelas, claro, rsrs) apenas me responderam de forma automática. Não tentaram entender meu problema.

Apenas Dona Lourdes fez uma leitura das entrelinhas e focou na solução do meu problema. Não se contentou com a resposta óbvia e buscou soluções. Não tinha coisas do Hulk, mas me ofereceu produtos de verde que compunham o ambiente.

O que eu fiz? Comprei com ela, é lógico. Deixei um dinheirinho na loja que, se multiplicado, dá um valor bem legal em um ano. A Dona Lourdes foi a única que realmente me vendeu. Ela trabalhou bem a sutiliza humana com seu jeito especial e se mostrou muito interessada no que eu realmente estava precisando.

O resumo de tudo isso é que uma simples mudança de abordagem pode fazer uma grande diferença. Rezar é massa, reclamar é legítimo. Mas isso tem que ser feito de maneira produtiva. Você vai ficar de brincadeira na tomateira para ser parte do problema ou assumirá o protagonismo para ser parte da solução?

 

Participe

Comente este episódio aqui.
Converse com outros ouvintes no grupo do Facebook: Clique aqui e faça parte do grupo GunCast

Ajude

Se vc gostou do meu podcast, deixe um review no iTunes.
Se vc gostou de ouvir podcasts em geral, indique para os seus amigos.

Insights
– As pessoas têm que parar de só reclamar da Dilma ou ficar só rezando pra Deus;
– Tem que focar nas variáveis que é possível controlar;
– Fé é importante, mas também tem que ter ação;
– Tem que buscar entender nas entrelinhas qual o problema que é necessário resolver;
– É legítimo reclamar, mas desde que busque uma solução;
– Tem que reclamar e ser parte da solução.

Episódios Futuros

– Respostas interessantes;
– Por que utilizei o tema Hulk na minha convenção.

FALOU, PAPAI

Edição: Sancler Miranda
Produção: Renato Ribeiro

Estratégias de persuasão – 3/3

Neste terceiro e último episódio sobre persuasão, Bruno Romano fala sobre produto e oferta.
Como convencer alguém a fazer o que vc quer? É preciso passar segurança para o pessoa. Se a pessoa não tiver segurança, a tendência é que o processo de decisão seja atrapalhado.
Quer saber mais? Confira no Guncast! 😉

Participe

Comente este episódio aqui.
Converse com outros ouvintes no grupo do Facebook: Clique aqui e faça parte do grupo GunCast

Ajude

Se vc gostou do meu podcast, deixe um review no iTunes.
Se vc gostou de ouvir podcasts em geral, indique para os seus amigos.

Livros indicados

– As Armas da Persuasão: Como Influenciar e Não Se Deixar Influenciar (Cialdini, Robert B.)
– Persuasão e Influência: Como Pequenas Mudanças Podem Gerar Grandes Resultados (Cialdini, Robert B.)
– O Poder da Persuasão: Você Pode Ser Mais Influente do que Imagina (Cialdini, Robert B.)
– Livro – Sim! 50 Segredos da Ciência da Persuasão (Cialdini, Robert B.)
– Manual de Persuasão do FBI (Jack Shafer, Marvin Karlins)
– Rápido, Forte, Persuasivo – Como Convencer Qualquer Ouvinte em Poucos Segundos (Terril L. Sjodin)

FALOU, PAPAI

Edição: Sancler Miranda
Produção: Renato Ribeiro