No episódio #79 do Guncast, Murilo e Daniela Gun conversaram sobre a sabedoria que não vem dos estudos acadêmicos, baseados na história contada pela Monja Coen.

Esses são os principais insights que foram capturados durante o episódio:

1 – “A história nos fala da tolice do orgulho, quando aprendemos um pouco e achamos que sabemos muito.”

2 – “Essas pessoas ainda acabam desrespeitando outras, que não estudaram oficialmente. Mas a sabedoria está além dos estudos acadêmicos.”

3 – “Não deve-se achar que título, é mais importante do que conhecimento.”

Sempre que estiver em movimento, e não puder anotar ou rever os insights, acesse o blog que você os encontrará!
Te esperamos no próximo podcast :)

Hoje é o dia que o sinal finalmente apareceu, aquele na qual você esperou por um bom tempo para colocar em prática aquilo que tem em mente, mas esteve esperando pelo dia e momento certo.

Isso é raro, sabia? Tão raro que não deveríamos deixar ao léu nosso destino, dependendo de um fator externo. Então, aproveita que você está sendo a exceção da regra e tire do papel o que você deve fazer.

Aproveite também para refletir, que o momento certo é agora, e que somente assim ele se torna o momento perfeito. Você tem o controle para ser o seu próprio e contínuo sinal.

Como diz Brendon Burchard – após analisar inúmeras pessoas de sucesso – pegue seu maior sonho, e coloque na sua agenda como um projeto a ser trabalhado todos os dias. É uma questão de realizar diariamente até chegar no seu objetivo maior.

Te esperamos no próximo episódio :)

O exercício de antecipar o futuro pode ser determinante na vida de uma empresa. Casos famosos em que essa habilidade não foi exercitada e resultou em falência, foi a da Kodak e Nokia. Duas gigantes líderes de seus mercados durante anos, mas por falta de visão, o final não foi feliz.

Antecipar o que terá o poder de destruir o seu produto/mercado e ser o primeiro a fazê-lo é o conceito apresentado no episódio 62 do Guncast; Dominar para destruir.

Estar um passo à frente significa combinar ideias para criar uma nova realidade, como o Uber fez. Ao criar o modelo de transporte via app, um novo mercado surgiu e como consequência influenciou outros.

Durante esse episódio 77, Murilo Gun abordou os mercados que não se transformaram, como a empresa fabricante de GPS; TomTom, que se antecipasse o futuro do GPS, poderia criar ou comprar um software para rodar em um hardware na qual todos temos nos nossos bolsos, assim como o app Waze.

Em um mundo de mudanças exponenciais, quem tem uma visão mais exercitada sobre o futuro, ganha, assim também vale para se manter em destaque.

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Conhecer a história de um lugar, te dá clareza sobre o presente, e até mesmo consciência para preceder problemas futuros. Além de ter o poder de aproximação e pertencimento, assim como quando nossos pais ou avós nos contam suas histórias.

Ter o conhecimento de como foi a jornada para chegar até aqui, pode também dar novas ideias para conectar resoluções diferentes, e assim, manter o progresso (ou não). Um exemplo disso foi a primeira grande civilização na Suméria, há 5.000 anos A.C. que tinham problemas com inundações e fora resolvido com rede de valas e canais de escoamento.

Citado por Murilo Gun, durante o episódio 76 do Guncast, apesar dessa solução ter sido um exemplo útil há 5.000 anos, em 2016 no Brasil ainda sofremos com o mesmo problema; inundações em inúmeras cidades.

Uma grande questão a ser levantada é: O problema é a falta de conhecimento ou falta de vontade? Ou os dois?

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Meditação é a arte de silenciar a mente e se desidentificar com a mesma. Contemplando o presente, aqui e agora.

Durante a divertida conversa entre Murilo e Daniela Gun no episódio 75 do Guncast, vários pontos interessantes foram trazidos a tona sobre meditação. Uma delas foi sobre o conceito pré-estabelecido antes de começar a fazer meditação e depois de fazer a meditação.

A meditação ainda pode ter essa cara de ser uma prática espiritual de monges do Tibet, mas que cada vez mais vem se diluindo, sendo apresentado para o público geral como uma ferramenta útil no dia-a-dia para ser mais feliz, equilibrado, com mais atenção e amoroso.

Além do bem emocional, a meditação quando praticada com frequência, tem o poder de modificar fisicamente nosso cérebro, comprovado em várias pesquisas feitas por neurocientistas. (Para mais informações, veja a revista Scientific American, nº 151, de Dezembro de 2014)

Os benefícios de estar mais presente e concentrado tem inúmeras consequências positivas na vida de uma pessoa, principalmente no momento em que vivemos, de fluxos ininterruptos de informações e diálogos internos que podem gerar ansiedade, insônia, estresse, e por aí vai…

Um ótimo filme que mostra o poder do estado contemplativo da meditação é o “Poder além da vida”. Vale a pena colocar na sua lista!

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Motivação tem raiz do latim movere, que significa mover. E também pode, em um jogo de palavras se transformar em motivo para ação. Ambas requerem algo para mover, e esse algo, é o motivo interno (ou intrínseco).

Apesar da motivação ser comumente conhecida, a banalização se tornou uma consequência, assim como o pré-conceito em tudo que gira em torno da mesma. Mas será mesmo que por ser algo “banalizado”, perde o seu efeito?

Acredito que não. Um conceito ou fórmula não perde sua importância de impacto e resultados porque está sendo muito falado, mal usado ou mal entendido. Continua sendo necessário.

Citando Zig Ziglar, em sua famosa frase: “As pessoas costumam dizer que motivação não dura. Banho também não, por isso é recomendado tomar diariamente”. Concordo, e acrescento que provavelmente as pessoas que dizem isso, não sabem identificar de fato o que é a motivação, e que isso pode ser feita por você mesmo diariamente.

Como foi dito na conversa entre Murilo e Daniela Gun no episódio 74 do Guncast, motivar é diferente de empolgar. Dentro do contexto palestras, o problema começa no alinhamento do propósito na hora de contratar um palestrante, e termina no tipo de mensagem que o público recebe; “empolgacional” ou motivacional?

Motivar requer lembrar do seu porque de fazer o que deve ser feito para alcançar seu propósito. Empolgar é ficar vibrante por razões externas, logo passa.

A motivação não vem necessariamente de alguém, aquela pessoa que te motiva apenas te faz lembrar do seu propósito, aguçando e reforçando aquilo que já está dentro de você, através de questionamentos ou até mesmo, te apresentando novas formas e caminhos de alcançar o que você quer verdadeiramente.

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Altruísmo é uma atitude solidária, do bem, que não aguarda nada em troca. E as conexões que cada um de nós temos diretamente ou indiretamente se tornou exponencial depois da era digital.

Juliette Powel em seu livro 33 milhões de pessoas na sua rede de contatos apresenta essa maravilhosa ideia da Lei de Reed, onde apenas 2 pessoas com seus smartphones sentadas em uma mesa de restaurante podem ter pelo menos 25 contatos, que de forma exponencial a conexão entre elas podem chegar à espantosas 33 milhões de pessoas.

Adicionando apenas mais 5 pessoas, as conexões possíveis podem disparar para a casa dos bilhões. Nice!

Um exemplo do poder das conexões é a história trazida no #Guncast73, onde a força tarefa criada para combater o Zika Vírus com um processo de detecção mais rápida, começou ao Gilad Gomé de Israel, que conheceu Murilo Gun na Singularity University, entrou em contato com ele pelo Facebook, que o apresentou para um aluno, Onício Neto, na qual já havia trabalhado com biotecnologia e hoje tem uma startup para identificar epidemias. 

Boa história, né? Uma conexão altruísta feita através da inbox do Facebook gerou um grupo força tarefa para combater o vírus.

O grupo está fazendo o financiamento coletivo para criar uma forma mais simples, rápida e barata de detectar pela saliva, o vírus Zika transmitido pelo mosquito Aedes Aegypti. Para colaborar com o financiamento coletivo, clique nesse link: http://murilogun.com.br/zika

E para baixar o PDF citado durante o episódio, que é um relatório de como a pesquisa será desenvolvida até chegar no KIT, clique aqui.

Fica o desafio para você: Fazer conexões altruístas.

Te esperamos no próximo episódio 😉

Brigar pelo mesmo espaço com todos do mesmo mercado é uma visão limitada.

Aproveitando que o Conrado Adolpho foi citado durante o episódio do #Guncast71, ele diz que as pessoas não compram um produto, e sim a transformação. O produto é o meio de sair do ponto A para chegar no ponto B com sua nova habilidade.

Por isso, muitos produtos ou serviços apesar de serem do mesmo mercado, podem se posicionar de formas diferentes e para públicos diferentes. Foi o caso contado por Murilo Gun; o mercado era Standup, dentro de outro mercado maior, o humor.

Para se diferenciar e se tornar referência, ele se posicionou para um nicho específico, o standup corporativo. E caso não exista, ouse criar uma categoria conectando os seus pontos.

Te esperamos aqui no próximo episódio!

Dentre os papéis de um líder, criar e gerir um ótimo time talvez seja sua maior prioridade. Afinal, através de cada pessoa que os projetos da empresa ganham vida, confiando que tudo será feito no seu melhor.

“Construa um ótimo time”, era um dos lemas de Steve Jobs, porque ele sabia muito bem que são através das mentes e do trabalho duro de cada um, que uma nova realidade será manifesta.

Assumir a responsabilidade por cada liderado foi o ponto trazido no 71º episódio do Guncast. Entendendo que, se as coisas não estão saindo como deveriam, é porque o líder não as deixaram tão claras como deveriam. Tais como visão, valores, funções, detalhes do projeto e etc.

Dica rápida: Se você gosta de série, considere assistir Mr. Selfridge e ver as inúmeras nuances de um líder, dentro de uma ótima narrativa.
Te esperamos no próximo episódio!

A resposta é não. Afiliado não é pirâmide pelos simples fatos de não terem níveis de entrada e existir a geração de valor para consumidor final. Esse é o ponto explicado durante o Guncast #70.

Estamos vivendo na era do conhecimento. As informações estão mais disponíveis e acessíveis do que nunca, sendo disponibilizados por quaisquer pessoas ao redor do globo. Quanto mais preciso nosso filtro de conhecimento estiver, melhor.

O papel entre o produtor (aquele que produz o produto), afiliado e o comprador é um ganha-ganha-ganha. O consumidor ganha por ter investido no conhecimento já filtrado pelo afiliado, que ganha sua comissão ao indicar, e assim o produtor ganha a sua parte por ter curado e sintetizado toda sua experiência específica em um curso.

Esse assunto tem uma vertente forte dentro da economia criativa, mas que talvez, seja assunto para outro podcast.

E qual é sua opinião sobre o assunto? Expresse aí nos comentários!