Alonso, o cão mexicano, é um sujeito ousado.

O episódio de hoje é bem diferente. Embalado na série de livros citado episódio passado – Para gostar de ler -, Murilo narrou a crônica de Moacir Sciliar; Nós, o pistoleiro não devemos ter piedade.

E você, tem alguma crônica pra compartilhar conosco?

Te esperamos no próximo podcast 😉

O primeiro contato com a leitura é extremamente importante. Infelizmente, o sistema educacional – ainda- pode traumatizar essa primeira impressão. Por isso, é bom acompanhar a primeira leitura de uma criança ou pré-adolescente para que seja a mais prazerosa possível.

Esse foi o tema discutido, relembrando da série “Para gostar de ler” da editora Ática.

Os insights capturados durante o episódio foram:

  • “E esse momento, essa pré-adolescência é um momento muito crítico em relação ao hábito de leitura que a criança vai ter pelo resto da vida.”
  • “Evitar que o primeiro contato com a leitura seja uma experiência traumática, baseada em medo e correção. E sim, que seja associado com prazer.”

Sugestões de temas para debater:

– O seu primeiro contato com livros, foi prazeroso ou traumático?

– Qual foi o primeiro livro que você leu, que o fez apaixonar por leitura?

 

Snapchat do Murilo: ‘murilogun’

Te esperamos no próximo episódio 😉

Nesse episódio, Murilo fala sobre atendimentos de funcionários com o cliente. No decorrer do episódio, o assunto se desdobrou para os diferentes atendimentos baseados nas culturas de cidades brasileiras.

Os insights capturados durante o episódio foram:

  • “Se não for o trabalho dos sonhos, não é motivo para não fazer com extrema excelência e alegria.”
  • “O que tem que ser feito, merece ser bem feito.”
  • “Precisamos ficar de olho em quem faz direito e diferente, e tentar se aproximar pra modelar e aprender.”

Sugestão de temas para serem debatidos aqui nos comentários:

– Qual foi o melhor lugar (cidade ou estabelecimento) que você teve uma boa experiência de atendimento?
– O que é necessário para um funcionário realizar um bom atendimento?

Te esperamos no próximo episódio 😉

Nesse episódio, Murilo fala sobre porque gosta de ler revistas. Explica sobre a curadoria de conteúdo, e dá dicas de marcações e leituras.

Os insights capturados durante esse episódio foram:

  • “O negócio deles é filtrar informação pras pessoas, e decidir o que é relevante em uma revista super interessante.”
  • “Não busque o novo porque é novo, e sim busque o que é melhor pra você.”

Quer debater sobre esse assunto com outros ouvintes? Acessa o grupo do Guncast no Facebook, e comente no post fixado.

Te esperamos no próximo podcast :)

Nesse episódio é falado sobre o hábito de fazer auto-reflexão. Analisar a si mesmo, suas ações e ser grato por tudo que você já possui, mas que há tempos tenha se tornado “trivial”.

A técnica que deu origem ao título é a Naikan, que se resume em três perguntas: “O que recebi, o que dei e que prejuízos causei?”.

Esses foram os insights capturados durante o desdobramento da ideia de hoje:

  • “A ideia é, todo dia agradecer por alguma coisa.”
  • “Quando pratico gratidão, me faz lembrar de coisas boas.”
  • “As três perguntinhas são: O que recebi, o que dei, e que prejuízos causei?”
  • “Incorporar hábitos é o hack número 1 da vida.”
  • “Coisas boas que aconteceram, e o que eu poderia ter feito de diferente.”
  • “O resumo de tudo é criar hábitos e rituais de auto reflexão.”
  • “Meditação é auto observação.”

A revista citada, é a Vida Simples, edição de Agosto/16; Como cultivar boas relações.

Te esperamos no próximo episódio 😉

Nesse episódio, o tema discutido foi a brecha que existe entre produtos e serviços do mesmo mercado, e como isso pode ser um diferencial ao combinar suas características, para criar uma nova abordagem para os clientes.

O exemplo citado foi o T81, serviço que combinou o conceito dos motoristas autônomos, com o pagamento em dinheiro, que é feito somente em aplicativos de táxis. O resultado foi um serviço diferenciado para as pessoas que precisam se locomover e que, porventura, não possuem cartão de crédito.

Esses foram os insights capturados durante o episódio:

  • “Toda solução criativa é a combinação de alguma coisa já existente.”
  • “Como sustentar o seu diferencial?”
  • “Nossa primeira impressão é sempre baseada em pré-conceitos, com falta de informação, falta de clareza, falta de
    contexto.”

Te esperamos no próximo podcast 😉

Nesse episódio é discutido a ideia de se preparar para ser mais impactante, e gerar um resultado maior. Investir tempo afiando o machado, para que o corte seja mais rápido.

Esses foram os insights capturados durante o episódio:

  • “A gente, muitas vezes quer, com o mesmo modo de produção, gerar resultados diferentes.”
  • “Se você para 5 horas, e essas 5 horas serem alocadas para afiar o machado, pode ser que você retome cortando 2 coisas por hora.”
  • “Muitas vezes não é somente o software, tem que ter a cultura dentro da empresa também, é uma combinação.”

Te esperamos no próximo podcast :)

Será que rotina e criatividade são direções que não se encontram, ou é ao contrário?

Durante o episódio 105º, Murilo conversa com Tânia Mujica sobre como a rotina pode potencializar e proporcionar melhores hábitos para realizar, e consequentemente, de forma mais criativa.

Durante a conversa, esses foram os insights capturados:

  • “Pra gente se sentir motivado, precisamos perceber que estamos avançando.”
  • “O que não pode é achar que o método que você usa a 20 anos é o melhor, só porque você usa a 20 anos.”
  • “Antiguidade não é critério de qualidade.”
  • “Os rituais e rotinas, podem ser a favor da criatividade, e do fazer acontecer. Além de estar em constante auto observação, esse é um trabalho de auto conhecimento.”
  • “Não existe compromisso em fazer sempre assim, o compromisso está em testar.”

Te esperamos no próximo episódio 😉

Gostamos sempre de pensar sobre como escalar um produto ou serviço e alcançar o mundo… mas o que os modelos não escaláveis podem nos trazer de aprendizado?

Essa foi a reflexão no episódio de hoje, e esses foram os insights capturados durante o desdobramento da ideia:

  • “… de vez em quando, desrespeitar algumas regras, ir contra a maré, ser meio pentelho e encucar com algumas coisas.”
  • “Quando alguém fala; você é louco, que ideia louca… tem alguma coisa aí, é bom porque se todo mundo concorda muito fácil é sinal de que não tem nenhuma quebra de paradigma rolando.”
  • “Você acaba descobrindo novas possibilidades, quando você vai contra alguns padrões.”
  • “É importante seguir alguns conselhos, coisas que deram certo, exigências do mercado, mas de vez em quando é bom também fazer o contrário.”
  • “De vez em quando é bom fazer coisas que não são escaláveis, porque provavelmente ninguém está fazendo, já que todos estão pensando em escabilidade.”

Te esperamos no próximo episódio 😉

Nesse episódio é falado sobre o filme Zootopia, e a lição que Judy – personagem principal- tem a nos ensinar. Ela é alvo de escárnios quando falava sobre o seu sonho de ser policial.

Em paralelo a isso, Murilo fala sobre a falta de visão da massa, quando pessoas jovens falam sobre seus sonhos, que provavelmente não são os mesmos sonhos esperados entre 10 à 20 anos atrás, recebendo assim, críticas ou tentativas de pará-los.

Esses foram os insights capturados:

  • “Eu acho que vai ser cada vez mais normal, pessoas com sonhos que serão julgadas por outras pessoas como ridículos, porque são sonhos novos.”
  • “Isso pode ser impossível para quem pensa pequeno.”
  • “Muitas vezes, as grandes ideias vem acompanhadas de; você está louco?, que coisa mais idiota. Porque são as ideias que quebram padrões, que inovam e fazem diferente.”
  • “Nunca existiu policial coelho. Então eu terei que ser a primeira!”
  • “Dá pra gente ser muito mais do que a maioria das pessoas acham que a gente pode ser.”

Te esperamos no próximo episódio 😉