Oi! :)

Muita coisa interessante é escrita por Paulo Morais, e trazida com os insights do Murilo na segunda parte do REVOAL do livro Voltemos à Escola.

Caso aconteceu de você não ter escutado a primeira parte, que explica sobre a Escola da Ponte, escute primeiro esse episódio. Prometemos que não vamos tirar essa segunda parte do ar, hehe.

Se você quer ficar sabendo sobre a próxima turma intensiva do feriado do Reaprendizagem Criativa, que terá incluso o curso Cri Cri Cri, citado no final desse episódio, será do dia 2 até dia 5 de Novembro.

Para ser avisado quando as inscrições abrirem, registre seu email nessa página!

Foram capturados 8 insights durante esse episódio:

  • “A permissão e liberdade é o que geram a responsabilidade.”
  • “Todo mundo que mexe com a ordem estabelecida, com o préviamente conhecido vai ter rejeição. Por isso que para inovar é preciso ter muita coragem.”
  • “Ser ignorante é o primeiro passo para ser sábio.”
  • “Talvez os milagres residam na capacidade de não desistência.”
  • “O adulto criativo é a criança que sobreviveu.”
  • “Mudar de medo para amor, de ameaça para prazer, é o salto criativo.”
  • “A gente acha que só porque algo tem muito tempo, significa que ele é jeito certo de fazer.”
  • “A gente tem que preparar as crianças não para encarar o futuro, e sim para inventar o futuro.”

  • André Jordão

    Murilou, mto bom esse assunto.
    Tbm sou inconformado com o tipo de ensino metódico e linear que temos. Falo isso tendo minha filha de 10 anos estudando em um colégio tradicional e religioso, somente pra acompanhar o modelo de sucesso que se impõem até hj. :/
    É preciso de uma mudança de conceito/consciência social, o lance é que é preciso entrar devagarinho. rs

    Seria uma idéia genial a Keep Learning School lançar aulas extras nas escolas aplicando métodos e ensinando habilidades multidisciplinares as crianças. Conta comigo! 😉

  • Talita Barone

    Eu amei essa iniciativa do Revoal! Os livros que você lê são todos muitooo interessantes e seus comentários agregam muito devido a toda sua bagagem e o seu pitaco/sua viagem é o que dá o toque genial da coisa!
    Deixo aqui o nome da escola que meu primo dá aula e não por coincidência ele se espelha muito na Escola da Ponte. Inclusive eles ganharam o prêmio de escola inovadora do MEC: Escola Estadual Distrito de Maylasky, em Maylasky (São Roque) interior de São Paulo. Gratidão por todo conhecimento compartilhado e já estou ansiosa pelos próximos episódios!

  • Veridiana Barboza Ribas

    Perguntas sobre o assunto: Entendendo que esta mudança na Educação, além de necessária, é uma realidade que caminhamos, porém não em uma velocidade e nem em quantidade acentuada. Assim, como aplicar e realizar um trabalho sólido e eficaz com nossos filhos, sobrinho ou crianças em quem exercemos algum tipo de “autoridade”(não sei se esta seria a palavra certa), para este momento de transição?
    Em escolas, mercado de trabalho e um tempo onde, na sua maioria, se mede e classifica seu conhecimento, sua posição social e se vc “se deu bem na vida” pelas questões pautadas, exclusivamente, na competição, acrescendo duas variáveis: a de que estamos em um mundo veloz, com overloading de informações, bombardeando crianças q nem sempre têm filtros para isto, que instiga diariamente a competição com o outro e, considerando, que temos apenas uma “ficha” para usar com nossos filhos, questiono: Como aplicar este conceito de que não somos apenas um competidor por ávidos números e classificação, em um mesmo mundo em que vc ganha a vida e que te considera e mede cada vez mais pelos padrões da fábrica das escolas e mercado? Na prática seria como? Como se descolar deste conceito? Como dar nova rota aos nossos filhos?

  • Gabriel Trindade

    Grande Murilo. Eu como professor compartilho da sua visão e sempre que posso coloco em prática. Trabalho em um colégio chamdo Fator, aqui no Rio, já comentei dele com você, em que tenho tenho liberdade . Ano que vem teremos uma discilina eletiva sobre Criatividade e eu, professor de matemática, serei o responsável. Estou no campo de batalha,e Acredito que o caminho seja esse. Quase não passo dever de casa, e mas passo chamo de desafios, missão ou sugestão. eles fazem, e postam com uma # que é nossa, aí todo a vê e se ajuda. o objetivo disso é, principalmente, fazê-los entender que não tem problema errar e os outros verem, é normal errar, funciona funciona bem. faço com 6o,7o e 8o ano. Agora te pergunto, o que você acha essencial que eles aprendam? vou colocar no curso ano que vem. Forte abraço, Trindade

  • http://www.projetopotencia.org/ Varlei Xavier Nogueira

    Lá vou eu, continuando a comentar esse revoal com base na minha experiência.

    A permissão e liberdade é o que geram a responsabilidade.”

    Costumo dizer para o meu grupo, que quando eles passam a fazer parte, eles ganham um cartão onde está escrito a palavra LIBERDADE, mas que no verso, está escrito RESPONSABILIDADE. Temos cinco valores, que foram criados pelo grupo: Respeito, União, Garra, Disciplina e Amor, além de uma carta de princípios, que anualmente é discutida em conjunto com o grupo. Assim como na escola da ponte, enfrentamos muita rejeição por conta de certos colegas de trabalho, porque não seguimos o padrão estabelecido.

    Todo processo criativo é baseado nos desejos que de comunicação ou urgências do grupo. Todo fim de ano, inicia-se uma investigação dos assuntos em ebulição no grupo. No começo do ano, realizamos uma jornada onde os assuntos que surgiram são investigados de forma mais profunda. Só aí o grupo decide sobre o que deseja falar.

    Ano passado, o tema foi HEROÍNA NEGRA, e contamos com a consultoria criativa de um episódio de Podcast que simula o ambiente de uma agência de criação. Este ano, o tema é YOUTUBE e surgiu no fim do ano passado, após uma conversa como “Qual conteúdo consumimos hoje em dia…”. Num outro momento eu conto um pouco mais sobre o OFICINÃO, que é esta jornada de aprendizagem gamificada. Tudo realizado de forma democrática.

    Falando também sobre gestão de tempo. Eles também têm esta experiência durante a temporada, já que precisam administrar o tempo de lanche, o tempo de maquiagem e caracterização e preparação/aquecimento antes de entrar em cena. Normalmente, quando a apresentação é boa, a gestão do tempo e a organização da pré apresentação, foi mais eficiente.

    Mas como diz também sobre a Escola da Ponte: Não fazemos milagres. Isso só acontece para aqueles que estão dispostos. É muito hardwork. E eles usam aquela frase que você muitas vezes já disse aqui e que eu uso em Português: “O Espaço vende o talento quando o talento não se esforça.”

    É coisa pra caramba. Continuo no próximo. Volto a dizer, não é divulgação. É uma reflexão com base na minha experiência.

  • Marx Junior

    Murilo tenho dois filhos (3 e 1 anos) e na busca pela escola que vai recebê-los é inevitável a decepção quando o pessoal te apresenta o que a escola tem de bom. Geralmente eles consideram como o melhor a apostila do método objetivo ou anglo.

    Quando eu pergunto quando meu filho vai ser criança, quando vai descobrir as coisas brincando e quando será exporto a estímulos que o desafie eu recebo olhos arregalados.

    Desde então tenho pensado: Pq eu não crio uma escola que cumpra o mínimo que o MEC pede mas que o foco seja criar pessoas para a vida. Criar questionadores.

    Esse REVOAL só tem aumentado esse desejo.

    Acho que o hard work será grande e neste momento não é minha prioridade, mas se sair do papel, ficarei feliz em receber Maria Valentina por um ou dois dias para ouvir o feedback dela!

    A pergunta que me ocorreu é que pode virar um novo episódio é: Quais desses valores/atributos da escola da Ponte a KLS já tem e quais gostaria de ter?

  • Clareana Sara

    Gun, o índice de suicídio de jovens no Brasil é alto sim! Veja o Mapa da Violência de 2014: http://www.mapadaviolencia.org.br/pdf2014/Mapa2014_JovensBrasil.pdf

    As 3 principais causas de mortes dos jovens brasileiros é homicídio, acidente de trânsito e suicídio. Mais um motivo para trabalharmos na prevenção disso fortalecendo as bases da educação no nosso país, a começar pela educação dos pais, e também dos professores. Atendo como psicóloga alguns jovens com ideação e tentativa de suicídio, e trabalhei em diversas atividades no Setembro Amarelo trazendo mais conscientização à população sobre esse assunto que mata mais de 800 mil pessoas no mundo por ano, e no Brasil são 30 pessoas por dia. O Brasil é o 8o. país no ranking mundial! Triste realidade!

    Adorei escutar os 4 áudios do Revoal da Escola da Ponte, vc é muito inteligente e sempre acrescenta suas observações às coisas que lê. Sigo te acompanhando! Sou psicóloga e pra mim é muito bom estudar mais do comportamento humano através dos teus estudos.

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