E aí 😉

Seguimos no episódio de hoje com a quarta parte do REVOAL, do livro Voltemos à Escola.

Nessa parte do livro, é abordado o processo de tomadas de decisões da escola, eleições, tutorias e outros assuntos interessantes que deixa mais rica a visão que o autor traduz da Escola da Ponte.

 

Foram capturados 5 insights durante esse episódio:

  • “Descobrir a democracia através da prática.”
  • “Mente e corpo são juntos.”
  • “Uma boa turma não é um regimento que acerta o passo e marcha, a analogia não é militar, é uma orquestra, que estuda a mesma sinfonia.”
  • “Como que a gente vai preparar para esse mundo de imprevisibilidade? Criatividade.”
  • “Não adianta querer transformar uma criança, sem antes se transformar.”

  • Felipe Silva

    E ai murilo. Ja faz um tempo q ouço teus podcast. Só passando pra agradecer. Tenho uma filha de 3 anos e o conhecimento q vc esta passando com certeza vai fazer diferença tanto na minha vida qnt no Futuro da minha filha. Estou meio de um projeto. Assim q estiver na reta final vou fazer seu curso RC. Passando mais pra um agradecimento mesmo. Vlw murilo. Parabéns pelo conteúdo.

  • PauloAndré Guimarães

    Fala Murilo, escuto os teus podcasts desde o início, apesar disso, nunca tinha comentado nada aqui.
    Acho do crl os temas que abordas, mas o REVOAL ta top! Já tinha lido “sonho grande” e já escutei o REVOAL umas 3 vezes. Esse da escola da ponte também ta show, parabens!

  • JP Santos Ferreira (SanFer)

    Murilo, já está quase no final do livro e não ouvi você dizer se a Escola da Ponte, pelo menos a utopia como você bem enfatizou, aborda assunto como inclusão de crianças com com necessidades especiais, como por exemplo Síndrome de Dawn ou Autismo. (Pelo menos não lembro de ter escutado) No livro, o autor realmente não comenta sobre?

    • Matheus Monteiro Avelino

      Ele fala nesse mesmo episódio, JP. Ele diz que a escola tem muita abertura para alunos com questões especiais…NÃO SÓ as físicas, mas também aqueles alunos que são tidos como problemáticos em outras escolas.

      • JP Santos Ferreira (SanFer)

        Opa, Matheus, obrigado. Vou escutar de novo.Passou despercebido, então kkk

  • Matheus Monteiro Avelino

    Irado esse REVOAL, assim como o último. Durante um tempo eu fiz engenharia de produção, mas ano passado eu larguei. E após um tempo meio nebuloso na minha vida, sem saber direito para onde ir, eu decidi que quero ser professor e esse podcast me MOTIVOU MUITO MUITO MUITO MUITO MUITO MUITO MUITO DEMAIS!
    Quero ser um agente de transformação!
    Queria te parabenizar pelo trabalho e deixar aqui a dica de um curso (não é uma escola…ainda) que trabalha bastante com criatividade, liberdade, emocional, etc. que é o curso Brun Ensino Personalizado (http://www.brunensino.com.br) (inclusive na foto aí na esquerda, eu estou vestindo a camisa do curso).

    Dois integrantes do curso já conversaram com sua assessora para te proporem um projeto, são eles o Iuri Marotti e o Guilherme Lopes.
    Eu já trabalhei lá durante um tempo e até hoje tenho fortes laços com eles.

    Um grande abraço, espero que continue fazendo esse trabalho incrível.
    PS: Ninguém me pediu para falar sobre a Brun, fiz isso espontaneamente porque acredito no projeto hahaha

  • http://www.projetopotencia.org/ Varlei Xavier Nogueira

    Fala, papai! Insights poderosos os desse episódio. Continuarei tentando relacioná-los ao trabalho que eu realizo com meus alunos.

    “Uma boa turma não é um regimento que acerta o passo e marcha, a analogia não é militar, é uma orquestra, que estuda a mesma sinfonia.”

    Isso é muito louco e vivenciar essa ideia de forma profunda foi também o que me fez largar a sala de aula para lidar com Teatro Estudantil. Numa sala clássica e tradicional, é comum todos terem que chegar no mesmo lugar, saindo de pontos diferentes. Dentro do grupo e do nosso trabalho criativo, vemos sempre cada aluno de forma individual, procurando propor desafios possíveis, que ao mesmo tempo, tirem da zona de conforto mas não coloquem numa “zona de ansiedade”, onde a aprendizagem se paralisa. E isso só se consegue após muita observação, escuta e desejo genuíno de mudança.

    Estou com um aluno no grupo há 3 anos. Ele sempre se envolveu pouco nas atividades e se portou de forma apática. Por várias eventualidades e problemas de agenda, ele acabou não permanecendo no Núcleo de Iniciação e entrou no Núcleo de Montagem, onde os alunos ficam em cartaz. Embora ele dissesse que estava realmente animado com a possibilidade, isso não correspondia ao seu envolvimento nos ensaios, nas atividades e na postura dentro do grupo. E pior, percebia que ele permanecia muito incomodado com o texto que ele estava dizendo.

    Foi então que percebi que deveria colocá-lo para fazer outra coisa. Sugeri que fizéssemos máscaras de emojis e que ele e alguns outros alunos na mesma condição, entrariam em cena durante as músicas para “meter o louco”. Foi uma transformação quase que repentina. Em alguns dias, ele já era outro aluno, com outra postura e outro interesse no grupo. Aproveitei e pedi mais máscaras e propus o seguinte. Todo dia, teríamos a participação de convidados, alunos de outros grupos, alunos da escola que não fazem teatro e até pais de alunos, se apresentando conosco, e ele seria a pessoa que deveria orientar os convidados no sentido de “ser um emoji excelente”.

    A transformação na autoestima deste aluno foi tão grande, que ele nunca mais se atrasou, não dá nenhum trabalho, é totalmente dedicado e quando a peça acaba e ele tira a máscara, é um dos mais aplaudidos. A alegria está estampada no rosto dele. Tudo isso porque decidimos que para fazer teatro, ele não precisava fazer do mesmo jeito que os outros faziam. Só de lembrar agora, eu me emociono. Este final de semana é o último, depois apresentamos num festival e encerramos nossa jornada durante uma viagem para Minas, onde participaremos de um intercâmbio. Ele irá conosco e será a primeira vez que viajará sem a presença da mãe, que também está muito feliz com o crescimento dele, em seu próprio ritmo, mas no tempo certo, com sua participação alinhada à da orquestra.

    Beijo na testa!

  • Alberto

    Show Murilo!!!! Olha só, no Brasil tem uma iniciativa muuuuito parecida com isso em pleno funcionamento, chama-se Educação Empreendedora, e, é promovida em parceria com o SEBRAE, aqui na minha região (MG pertinho de Brasilia) tem uma escola onde os alunos ja criaram uma cooperativa e estão ganhando dinheiro sendo empreendedores, fabricando coisas, cultivando coisas. Pra ter noção a presidente da cooperativa deles tem 13 anos e ja fala de Ebtida, rsrsrs, coisa de louco parecem extraterrestres. rsrsrss. Uma verdadeira cultura de solucionadores de problemas, isso tá causando um reboliço em toda educação na região. Tem diretores de escolas vindo de todos os lados pra ver isso, um verdadeiro espetáculo. Faço parte de um grupo de líderes que tem acompanhado o desenvolvimento desse projeto. É algo incrível, muito parecido com o descrito no seu REVOAL.

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