No episódio anterior, o assunto foi cultura familiar, e agora, sobre a mãe do Murilo, a Dra. Ivonilde.

Além disso, o assunto se desdobrou em educação, liberdade e crianças.

Você pode conferir na íntegra, clicando em play acima ou baixando diretamente no seu agregador de podcasts 😉

 

Quatro insights foram capturados:

  • “Limites normalmente são vistos como coisas aprisionadoras, mas na verdade, os limites libertam também.”
  • “Liberdade é um sentimento, e não uma verdade.”
  • “Não pode ser nem infinita a liberdade, nem infinita a privação de liberdade, tem que encontrar um ponto de equilíbrio.”
  • “Criar crianças pensando em futuros adultos, não é acabar com a infância, é apenas ter a visão de longo prazo.”

 

Para assistir a palestra sobre como criar crianças criativas (o CriCriCri) citado durante o episódio, clique aqui!

  • Lucas Costa

    A relação de limite para a mãe e liberdade para o pai é algo relativamente comum nas gerações anteriores. A mãe ficando com o cuidado principal da criança cabe a ela também ensinar como é o mundo e evitar que a criança literalmente se mate, já o pai que vai ficar fora durante o dia todo sobra chegar em casa e brincar com a criança, se ele já fica pouco tempo com a criança, vai utilizar o tempo que sobrar para criar boas lembranças. O papel paterno ou materno podem variar a depender da dinâmica familiar, e nas gerações mais novas chega a ser confuso, nenhum dos pais sabendo qual papel assumir e confundindo principalmente a criança.
    Não quero dizer com isso que lugar de mulher é com as crianças e o homem que trabalhe, o ponto é, sempre é preciso que os pais tenham claro a forma como vão criar o filho, para que ela tenha noção de seus limites e liberdades.

    ps.: Obrigado por voltar com o Guncast, fez falta o tempo que ficou em hiato.
    ps.: Murilo, pretende fazer algum episodio voltado diretamente a psicologia?
    ps.: artigo sobre função materna e paterna: http://www.pgpsi.ip.ufu.br/node/267
    ps.: É ruim o podcast começar de forma automatica quando acesso a página, levei um susto aqui e acontecendo recentemente é irritante.

    • murilogun

      É verdade… nas gerações anteriores essa divisão de papeis acontecia muito!!

  • Gabriel Trindade

    Cara, esse podcast confirmou algo que penso e tenho percebido. É empírico, tá? Não sei nem onde posso procurar isso. Quando você fala em equilíbrio “desequilibrado” eu entendo, mas o que eu falo é que Harmonia é tão importante ou mais, que o equilíbrio.Tive essa ideia da música. Toco percussão, as vezes um instrumento está mais baixo que outro, desequilibrados em relação ao volume, mas HARMONIOSO. O limite liberta quando colocado de forma HARMONIOSA.

    • murilogun

      ótima a palavra HARMONIA!!!

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