E aí, como está indo a semana?

No 193º episódio do Guncast, o assunto é Marketing Multinível e a visão do Murilo em relação à esse modelo de negócio.

Você tem algum insight que quer compartilhar em relação ao MMN? Diga aí abaixo nos comentários 😉

 

Nesse episódio, foram capturados 3 insights:

  • “Sempre que há um varejista ganhando grande parte do valor, há uma oportunidade de venda direta.”
  • “A Chilli Beans poderia criar uma outra empresa para concorrer com ela mesma. Isso é o que falo sobre autodisrupção.”
  • “O valor do produto só movimenta a economia quando é consumido.”

  • Bryan Bacs

    Murilo, queria compartilhar uma sacada que tive contato alguns dias atrás e que achei muito massa! Já pensei algumas vezes sobre o negocio de marketing multinível, porém sempre esbarrei na ideia de que não conseguiria vender por falta de pessoas, amigos, conhecidos na minha lista… Ou seja, como conseguir pessoas pra comprar, seja o produto ou a ideia? Um belo dia, chegando de viagem, peguei um Uber até minha casa… Dentro do carro, o motorista durante o trajeto vinha me falando sobre Hinode e o negocio multinivel… Disse que fazia isso com todos os passageiros e que o dinheiro que ganhava com Uber não comparava com o que ele tava ganhando no multinivel! Achei muito legal essa sacada dele! Quer dizer, utilizou o Uber como forma de vender os produtos e ideias da Hinode durante um trajeto que geralmente só se conversa pra quebrar um silêncio! Uma forma de conseguir ouvintes! Achei massa!!

    • murilogun

      uauuu

  • edinhogodoy

    Murilo, que tal se eu tentasse de alguma forma te levar pra conhecer mais a fundo a empresa em que faço MMN? E que tal se, conhecendo mais a fundo o negócio, embora vc já tenha demonstrado estar bem inteirado do funcionamento de MMN de forma geral, vc criasse algum tipo de palestra/ treinamento que trouxesse seus conhecimentos e conceitos da área de criatividade aplicados diretamente à esse tipo de negócio? Sei de seu foco no Cri Cri Cri atualmente, mas acha que poderíamos levar isso à frente em algum momento? Se quiser, estou à disposição pra tentar viabilizar uma visita sua e começar a costurar algo do tipo. Grande abraço!!!

    • murilogun

      Tenho vontade, mas não é prioridade para este ano. Talvez 2018 😉

      • edinhogodoy

        Beleza, papai. Voltamos no assunto em 2018. Abrax!!!

  • Snap: feijaocosta

    Acho que o grande problema do MMN é quando o foco esta realmente em montar equipe mas não em vender o produto. Toda vez que alguém vem me chamar pra entrar numa dessas, eu pergunto qual o produto? Me deixa ver os preços? Porque só acho que realmente isso dará resultado se, como vc mesmo disse, tiver consumo.

    Teve um tempo que fui atras, até pra entender se era possível criar um negócio baseado em MMN, li um pouco das regras lá no site da associação das empresas de Venda Direta (abevd.org.br), mas realmente ou o seu produto (ou serviço) é atraente e necesspario pra consumo, ou vai ser só discurso baseado em tenha uma vida fantástica recrutando pessoas, que recrutam pessoas, que recrutam pessoas, que recrutam…..

    • Rafael Rodrigues

      Se não tiver recrutamento não é marketing de rede, vai ser só venda direta, tipo a avon.

      • Snap: feijaocosta

        O problema não é ter recrutamento, o problema é o foco ser apenas o recrutamento. Esse é o ponto que sempre me pega quando falo com quem trabalha com MMN. O produto é só uma “Taxa” pro resultado que é ter mais pessoas recrutadas…

        • edinhogodoy

          Se quiser conhecer um MMN calcado em produtos de primeira linha e necessários para o consumo diário, te ajudo. 😉

  • Douglas Coura

    Só digo uma coisa, mercado é bom, mas tem que dar uma boa pesquisada antes de investir seu dinheiro e pior ainda seu tempo. Pois o golpe da pirâmide financeira vem disfarçado e muito bem por sinal no MNM. É como o Mestre Murilo disse. “Não tem como ter lucro infinito”. Alguém tem que pagar a conta papai.

    • Rafael Rodrigues

      Isso é verdade o lucro nao é infinito … Só que todos na rede devem consumir, entao se tu montar uma rede de 3 pessoas e digamos que cada uma tem 3 pessoas na sua rede daria um total de 10 pessoas (contando contigo) essas 10 pessoas devem consumir um quantidade mensal de produtos para a empresa se sustentar, façamos uma conta rápida: 10 pessoas consumindo 200 reais mensais. 10 ×200=2000 reais (veja estou contando com o teu consumo), digamos que o bonus é de 4% por pessoa, 4×9=36%
      1800 × 36% = 648reais

      Você ganharia R$648 por ter gerado R$2000 de receita pra empresa.
      Cada empresa limita o nivel de ganho a hinode por exemplo é ate o 9° nivel.

      • edinhogodoy

        O lucro pode ser infinito, o número de linhas abaixo de você é que não são. Ele pode aumentar sempre se as linhas (mesmo já limitadas) aumentarem o nível de consumo. Além disso, vc pode sempre abrir novas linhas e, a partir delas, iniciar a contagem de níveis novamente.

  • Rafael Rodrigues

    Muito boa tua colocação Murilo, só pra corrigir algo que você não sabe e que deixou claro, faço marketing de rede e o conceito na verdade é a expansão do mercado consumidor…como assim expnsão do mercado consumidor? A empresa usa o marketing multinivel pra recrutar consumidores e eles indicam outras pessoas pra utilizarem o produto! E assim somos comissonados pelo consumo de cada pessoa da nossa rede. Se uma empresa de MMN parar o recrutamento ela continuará firme pois o que importa é quem estiver nela consumindo, a venda é algo opcional.

    MMN é o modo mais barato de pagar o marketing, pois não precisa pagar os famosos pra fazerem o marketing esperando o retorno, pelo contrario primeiro recebe o retorno financeiro da rede e depois bonifica os seus marketeiros!!

    O sucesso do MMN é porque usa o marketing mais eficiente do mundo que é o marketing boca a boca!

    Se quiser entender mais afundo posso te conseguir materiais só entrar em contato no meu whats (51) 996147158

  • Clauter Carlos

    Eu já entendia o funcionamento, mas a didática do Murilo é phoda.
    Na minha opinião acho que a abordagem com aqueles gatilhos do tipo,
    “Quanto vale seu sonho?Quer ganhar quanto em 1 ano?Estou ganhando 30k, muito mais que muito concursado.” são irritantes, para mim, mas compreendo que é a forma de persuadir nos dias atuais.
    O esquema do negócio MMN realmente é interessante, mas eu ainda não vi nenhum produto que me cativasse pra entrar em algum negócio.
    Eu, particularmente, ainda não tenho essa tara toda em entrar num negócio desse tipo cego pela grana. Dinheiro é ótimo, mas acho que cada sabe o quanto quer “pagar” para ter o extra. Não descarto a possibilidade, mas algumas pessoas se incomodam quando falo que não quero. Aì já falam: E está esperando o que? Vai deixar de ganhar dinheiro?!

    Eu tenho o olhar crítico que você citou em aspectos em que pessoas criam várias redes e ganham fortunas depois de um tempo e muitas vezes transparece que o produto já era e que criar a rede multinível independente de produto e consumo é o verdadeiro negócio.
    Tem gente vendendo multinível como a bala de prata.

    Murilo, cria um mercado aí que a galera do Guncast faz gerar. hahaha

    Vou aparecer mais por aqui pra comentar porque ouço mais pelo smartphone.

    Gratidão pelo Guncast. Abraços

    • edinhogodoy

      Como diz Robert Kyosaki, é o negócio do século XXI. Não se trata só de ficar rico, é um negócio de produtos e de pessoas. Compartilhando o negócio você abre a possibilidade de ajudar pessoas, estejam elas em uma área de ganhos muitos baixos ou desempregadas. Empresas grandes tem todo o treinamento pra qualificar as pessoas que entrarem e o desenvolvimento profissional que vc obtém com leituras diversas, também te ajuda em outras áreas de sua vida. Isso é muito bacana.

      • Clauter Carlos

        Não estou discordando, eu concordo que ajuda muitas pessoas. A única coisa que tenho contra é a abordagem de ALGUMAS PESSOAS.
        Eu acho, no momento atual e na minha opinião particular/pessoal/própria(rs), que o negócio que vai além do século XXI e é pra vida toda é o RESPEITO. Se uma pessoa não quer fazer algo, inclusive não ganhar dinheiro com MMN ou querer ajudar outras pessoas a responsabilidade é, completamente, dela.
        Talvez não aconteça, mas se tiver algum produto que eu acho muito legal eu entrarei no ramo.

        E pelos seus comentários, você está de parabéns! 😉

        Sucesso!

        • edinhogodoy

          É isso, Clauter! O respeito ás pessoas é fundamental e, embora realmente existam pessoas que atravessas essa linha, esse negócio é fundamentado nessa premissa. Definitivamente, é um negócio que envolve a coisa do interpessoal, trabalhar com e para as pessoas. Se quiser saber mais sobre o negócio ou conversar mais sobre o assunto, me acha lá no face: Edinho Godoy. Grande abraço!!!

  • Caio Arruda

    Um dos principais aprendizados que eu tive participando de uma empresa do segmento foi:

    Tenha certeza que o produto é bom e que você da fato usaria todos os produtos.

    Falo isso porque na hora da apresentação eles só mostram os melhores produtos, que são poucos, mas de fato são bons. Mas no dia a dia os demais produtos são muito ruins e super inflacionados. Eu poderia até vender, mas a minha consciência não ficava tranquila em vender um produto de má qualidade, a um preço muito acima da média de mercado daquele tipo de produto com aquela qualidade. Além disso, sempre era vendido o sonho de alcançar bônus e mais bônus apenas por vender, só pra ter “mais um” na rede. Sei que não é com toda empresa do segmento, mas foi algo que aprendi e se for partir pra uma outra empresa parecida eu certamente vou ficar ligado nisso!

    Podcast tá cada vez mais foda Murilo!!

    • edinhogodoy

      Se quiser conhecer algo novo, é só chamar 😉

  • Luiz Eduardo

    Murilo, a respeito da Herbalife, quando você comentou que seu pai é um consumidor (na ponta), e que queria saber de mais pessoas: há tempos o pessoal da Herbalife (os que investem na ideia) abrem “espaços de saúde” (lanchonetes, cantinas, etc) voltados para o segmento “fit”, onde os consumidores da ponta – a exemplo do seu pai – frequentam e consomem os produtos diariamente. No espaço são servidos shakes, sucos, vitaminas e demais produtos, de modo a consumir diariamente. Levando em consideração o que você fala no episódio, de que alimento é um produto infinito, isso tem se tornado um hábito. Esses espaços são bastantes frequentados em horários de almoço.

  • Marx Junior

    Murilo o preconceito com o MMN se dá porque as pessoas acreditam que é uma pirâmide. O desafio desse mercado na minha opinião é reinventar a forma como a ideia é vendida.

    Você comentou que para se sustentar no final da ponto tem que ter venda. Faz total sentido e na minha opinião entre as duas pernas de remuneração deve haver um desequilíbrio para a perna de vendas. Se você conseguir ganhar muita grana só trazendo pessoas para sua equipe, tem algo de errado. Aí de fato vira pirâmide e vai quebrar rápido…

  • Carlos Fcps

    Boa Murilo!

    O MMN aplicado de forma correta é uma boa sim, vi que você conhece do assunto pra falar com essa propriedade. Andei estudando a um tempo esse negócio e vi que temos que formar equipes e também consumir para que a cadeia de bonificações não quebre, o ideal é que você “não venda” o produto (você compra por um valor e consegue vender pelo dobro do preço) e sim monte sua equipe para consumir os mesmos e assim manter os “gerentes” que por sua vez também são consumidores… Caso dê merda, você pode vender seus produtos que foram adquiridos por um preço bom e recuperar o seu investimento… Simples assim!

    Seus comentários são de muita valia… Show, Tu é Foda mesmo!

  • http://www.projetopotencia.org/ Varlei Xavier Nogueira

    Olha eu aqui de novo!
    Cara, Marketing Multinível pra mim é igual a caviar. “Nunca vi, nem comi, eu só ouço falar.”. O episódio para mim, portanto, serviu para esclarecer muita coisa. Achei legal pra caramba entender o mecanismo e, ao mesmo tempo, ter uma noção do que o Murilo aprendeu na faculdade de administração. hehehhe. Para alguns, pode parecer besteira e coisa até banal o que ele falou no começo, mas para quem não é da área, quando entende o funcionamento de uma parada, acende uma luz, soa um sino dentro da nossa cabeça e vem aquela voz: “Cara, que legal isso…”. Ou seja: Aprender é bom demais pra não dizer que é do caralho!

    Sempre vi o pessoal falando de Herbalife e outras empresas desse tipo, já fui até convidado para participar de umas paradas assim, mas acabou nunca rolando. Eu, olhando de longe, sempre que vejo alguém vindo falar sobre isso comigo, tenho a impressão de que estão vindo “pregar a palavra”, a energia das pessoas para que eu entrar me parece um pouco alguém me convidando para entrar numa seita; mas tudo bem, nunca me incomodou, me gerava estranhamento apenas. Não me lembro de nenhum amigo ou iniciativa que durou por muito tempo. Não sei se foi pelo fato de “não fechar a conta” ou por outro motivo.

    A experiência de fazer essa jornada de 19 comentários está sendo bem bacana pra mim. Alguns assuntos, o comentário flui mais fácil, como um peido, Outros, como este, principalmente quando o assunto não muito do meu conhecimento, exigem de mim um exercício de reflexão e conexão do tema com a minha realidade, o meu repertório, as minhas vivências. Acaba sendo um exercício de ampliação de percepção. Por que eu não pensei nisso antes?

  • https://felipepavao.com.br/ Felipe Pavão

    Eu penso que marketing multinivel é uma estratégia interessantíssima se o produto vendido tiver valor ao consumidor e se houver uma limitação na distribuição das comissões, como você bem disse no episódio.

    Por aqui na minha empresa eu não consigo implementar isso, mas estou trabalhando fortemente com afiliados, que de uma forma ou de outra, utiliza a força de vendedores em rede para divulgar seu produto / serviço.

    • https://felipepavao.com.br/ Felipe Pavão

      Aliás Murilo, essa tua chamada para os comentários tem provocado o pessoal.
      Só comentário bacana e enriquecedor. Agradeço a todos!

  • Bruno Sá

    Bacana a abordagem do tema, principalmente pegando pelo final, sobre o lance do preconceito. Tenho uma experiência de Marketing Multinível aqui em casa. Minha esposa trabalha dessa forma há 5 anos com Tupperware (vale a pena saber mais da historia da empresa) e no inicio o preconceito de todos com relação ao assunto fez com que ela relutasse a aceitar e “comprar” o produto e a marca.
    No caso dela, em que o modelo para se fisgar o cliente se baseia em experiências culinárias (e outras mais), ela institivamente abriu loja onde pode estocar alguns produtos com mais saída, realizar palestras, treinamentos, cozinhar tb…veja só quanta coisa legal e muito além de apenas vender. OU seja, já rola uma customização do modelo do Marketing Multinível.
    Hoje o negocio vai tão bem que até eu penso eu largar a carreira de consultor de TI, que viaja o mundo todo, reuniões com gringo, etc, etc, por algo que possa me dar um resultado imediato sobre o meu esforço, não falo só de dinheiro, mas de encantamento nas pessoas, ter aquele contato próximo e real com as necessidades de um consumidor final.

    Ainda hoje em dia, ouvimos de algumas pessoas: Ela trabalha vendendo potinho? Dá dinheiro?

    Clássica pergunta de quem pensa em curto tempo e não vislumbra que vender não é só vender. Emprega suas qualidades, esforço e dedicação.

    Outro ponto, em algum momento você fala sobre franquias, etc. Eu tenho uma teoria maluca, baseada em uma visão empírica de algumas centenas de casos reais, no qual eu diria que o Marketing Multinível realiza de maneira muito rápida o desejo de pessoas que querem depender menos de patrão e mais dos seus esforços em tocar um negócio, porém com um custo ou investimento inicial próximo a zero se comprado a franquias ou qualquer outro modelo tradicional, por exemplo.

    Quando promovo essa ideia, acabo ouvido de novo: Mas vendendo potinho, sério?

    Hoje em dia já começo a responder com a frase que vc mais fala: Hard work beats talent when talent doesn’t work hard.

  • Alexandre Martins

    Prezado Murilo, gostaria de parabenizá-lo por todos os conteúdos e por ter dado um nó (positivo) em minha cabeça,realmente pensar fora da caixa é muito importante.Sou professor de um colégio particular de Florianópolis e leciono de 5 ano até ensino médio.Além disso desenvolvo a atividade de MMM já faz 14 anos com a empresa Herbalife e achei incrível e pertinente suas colocações e os pontos principais para mim foram:-Cuidado com PRÉconceitos;-A base do MMM é a atividade baseada no consumo final;-Modelo de compensação com margem alta e de acordo com méritocracia (maior carteira de clientes,maiores ganhos).
    Estou ansioso pelo curso CRICRICRI e desejo que continue nos inspirando com simplicidade e alto conhecimento.
    Abraços parceiro

  • Robson Rosa

    Muito bom conteúdo Murilo, eu tenho uma microfranquia no modelo multinível a um ano, aprendi bastante com seu conteúdo e pretendo até usar algumas coisas do que você falou (hehehe).

    Assim como muitos tive um certo preconceito quando me apresentaram esse modelo, mas como todo empreendedor, temos que ter a humildade de ouvir antes de decidir algo.

    As empresas de MMN sérias e que estão no mercado a algum tempo, tem sim limite de níveis. A que eu desenvolvo vai até o 9º e com ganhos percentuais diferentes a cada nível que alcança, se nao, como você mesmo disse, a conta não fecha. Os produtos tem que ser um ponto forte, quanto mais recorrente o seu uso melhor.

    Muito obrigado pelo conteúdo!

  • https://www.youtube.com/user/aNGELcLEYDSON Cleydson Barbosa

    Assim como eu ainda não vi ninguém embrulhando peixe na feira com tablets, só vou levar uma pirâmide a sério se for da marca Maslow.

  • Tony

    A questão da mentalidade de quem está gerindo o negócio eu acho muito importante. Acho que todo negócio dá dinheiro, depende de quem está gerindo, mais especificamente depende do mindset da pessoa que está dirigindo o negócio. Livros como “Pai Rico, Pai Pobre” de Robert Kiyosaki ajudam bastante nesta mudança de mentalidade para fazer um negócio dar certo.
    Tony.
    https://crescendonomarketingmultinivel.wordpress.com/

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