Todo mundo agora é coach

Dias atrás, teve uma discussão no Facebook sobre o fato de que, agora, muitas pessoas são mentoras e coaches. Fui citado como exemplo de influenciador motivacional e esse é um rótulo que gosto porque motivação é algo que temos déficit no Brasil.

Acho a percepção de que todo mundo é coach é o pensamento de um nicho dentro de um universo Brasil. Vários amigos meus não têm essa ideia das pessoas que estão debatendo esse assunto.

A galera que ouve o GunCast não é uma amostra muito representativa do país. É um nicho que está crescendo e evolui, também, por causa dos influenciadores motivacionais.

No fundo, estamos falando de educação, que é um mercado em que atuo. A título de curiosidade, é a terceira vez que estou num mercado com barreira de entrada baixa.

A primeira vez foi no final dos anos 90, quando comecei a fazer sites. Na época, era um negócio inovador e eu montei uma empresa com 40 funcionários. Era fácil fazer site e poucos trabalhavam com excelência.

Como disse, foi uma barreira de entrada baixa, ao contrário de você entrar como franqueado da Mcdonalds, por exemplo, que é uma barreira de entrada grande porque é necessário ter 1 milhão de reais em caixa.

Em seguida, entrei na comédia, que também é uma barreira baixa. Basta subir no palco de bermuda e chinelo e falar. É um ambiente com muita abertura para se apresentar por 5 minutos em um grande palco.

Na educação, a barreira de entrada é baixa porque todo mundo tem algo a ensinar a alguém. Trata-se da teoria básica do livro O Mensageiro Milionário (que citei no vídeo “10 livros que todo mundo deveria ler”, que pode ser acessado em www.murilogun.com.br/10livros).

Nesse universo da educação está o coach. Para ser profissional da área, é possível fazer um curso muito bom de uns 8 mil reais, com certificação. É bem mais fácil que tirar uma OAB, por exemplo. Tem muita gente entrando nessa vibe e, como em todos mercados, o tempo dirá quem vai sobreviver. Sendo assim, acho que todo mundo tem que tentar.

Valor

Para um charlatão se manter não é fácil. Uma hora as coisas vão dar errado e a casa cai. As pessoas só vão se manter se oferecerem serviços que realmente funcionam. Se um curso não entregar valor, não sai da primeira turma.

Isso é empreender que significa puxar as rédeas da sua própria vida. Um coach, portanto, é um empreendedor. Está faltando esse tipo de profissional no mercado e as pessoas precisam de ajuda.

Como já disse, os melhores vão sobreviver no mercado. Eu, por exemplo, sou obcecado com transformação e sempre penso em como entregar um serviço ou produto de forma mais excelente. Como Jobs faria, entendesse?

Além de falar sobre criatividade, meu curso também é sobre a mente humana. Eu mexo no software, dou uma reconfigurada nas ideias da galera. E também tem uma pegada de motivação, claro.

Falando nisso, vale dizer que motivação é igual banho: tem que ter todo dia. Eu mesmo me motivo, por exemplo, com o Instagram do Geração de Valor, com o SnapChat da Bel Pesce e com muitas outras coisas.

Resumindo o texto em poucas palavras: tem muito influenciador motivacional por aí, mas ainda são poucos para a demanda que o Brasil precisa. Os melhores vão aparecer, vão crescer e serão essenciais para o processo de transformação do país.

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Insights

– É uma ótima parada ser alguém que influencia os outros a ficarem motivados;
– Pessoas do Grupo GunCast não são uma amostra representativa do universo Brasil;
– Qualquer franquia tem uma barreira de entrada;
– Todo mundo tem algo a ensinar para alguém;
– Se resolver virar coach, vc é um empreendedor;
– Empreender é uma atitude de vc ser protagonista e dizer para onde vai;
– Se vc consegue ser uma espécie de “autocoach”, isso é poderoso demais;
– Está faltando coach no país porque as pessoas precisam de ajuda;
– Será que vai existir humanidade até minha filha ficar velha? Me questiono isso;
– Tem gente ruim fazendo coach, mas vai aprendendo e muitos ficarão bons;
– Tem tantas coisas que fazem mal e que deviam ser questionadas;
– O resultado na minha escola online não é medido pelas inscrições, mas pela transformação;
– O meu curso não é de empreendedorismo, é de mente, para reconfigurar algumas coisas;
– Motivação é igual banho, tem que tomar todo dia;
– Daqui a pouco vamos morar na lua e ninguém vai permitir cedilha no endereço da internet?

Episódios Futuros

– Livros;
– Todo mundo tem algo a ensinar;
– Os quatro compromissos.

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Links citados

– Os 10 livros que todo mundo deveria ler – clique aqui;
– A Fórmula de Lançamento do Érico Rocha – clique aqui.

 

FALOU, PAPAI

Edição: Sancler Miranda
Produção: Renato Ribeiro

  • Paulo Racumin

    Muito bom, também, este guncast#36! Rapaz, depois desse episódio fiquei me sentindo em dívida com o Murilo. Realmente, eu não entreguei nada de volta depois de tanto conteúdo que o cara me presenteou. Tenho que agradecer e agradecer muito! Sou professor de inglês e dou aulas particulares desde os 18 anos, hoje com 41, confesso que o cansaço da mesmisse estava me deixando chateado. Foi quando apareceu o Guncast no iTunes e me tirou daquela leseira de fazer tudo sempre do mesmo jeito. Essa semana, por influência do Murilo, realizei uma antiga vontade. Comprei meu domínio na internet (vivendoingles.net), fiz hospedagem de site e vou iniciar um blog e um podcast para passar o meu conhecimento adquirido! Além disso, minha proposta é convencer as pessoas que todo mundo precisa falar mais de um idioma. O mundo é um lugar muito pequeno e você precisa se comunicar com as pessoas e eu te garanto que somente usando a língua portuguesa, você não vai dar conta. Então é isso Murilo, muito obrigado! Meu nome é Paulo e eu não sou a Universal!

    • Renato Ribeiro

      “Meu nome é Paulo e eu não sou a Universal!” . ahhahahahaha… muito legal seu depoimento, Paulo! Feliz de ler isso!!! Vai com tudo!!! Não somos a Universal, mas vamos evangelizar o GunCast! hehee. Abssss

      • Paulo Racumin

        Valeu Renato! A hora de se motivar é essa camarada. Vamos que vamos!!!

  • Wellington Fernando da Costa

    Cara, concordo plenamente que para nós que estamos “dentro da bolha” do empreendedorismo há uma notável explosão de “coach’s”, porém não vejo isso como algo ruim, este é um processo natural das tendências que se consolidam, foi assim com os sites de descontos, lembram-se quantos haviam no começo? E o que aconteceu? Ficaram os “bons” os que fizeram certo, das muitas pequenas empresas que iniciaram ficaram algumas que hoje são grandes empresa, pq “A grande empresa é a pequena empresa que fez a coisa certa.”, seguindo nessa linha acredito que em alguns anos teremos os grandes “coach’s” que serão apenas o resultado de uma “peneira” do que se apresenta hoje.
    O que mais me impressiona na verdade são pessoas que direcionam muito de sua energia para criticar, já vi pessoas que fizeram “blogs” para falar mal da “tendência coach” (ou realidade coach), se Flávio Augusto, Erico Rocha, Murilo Gun, Conrado Adolpho entre outros caras me ajudam a repensar meu negócio a cada dia é uma particularidade minha, as vezes o que “me constrói” pode não te agradar, mas respeite porque é por este caminho que tento ser melhor a cada dia.

    #ObrigadoMurilo.

  • Deco Barbosa

    Fala, Murilooo! Cara, quando vi o assunto desse episódio confesso que gelei – kkkkk. Pra resumir a história e colaborar com a discussão, eu sou músico amador e publicitário. Tive muita dificuldade em encontrar um caminho profissional e, em meados de junho de 2015, dois anos após ter me mudado de Recife para São Paulo em busca de um mercado mais maduro, me vi infeliz com a minha carreira e sem opções claras a seguir. Em um Periscope do Conrado Adolpho sobre mindset acabei descobrindo a Paula Abreu, Coach e Escritora e a partir daquele dia comecei a aplicar técnicas do coaching na minha vida como um todo – mesmo sem saber muito bem o que era coach. A minha vida mudou. Minha performance, minha satisfação e o meu tom emocional deram um salto que eu nunca imaginei ser possível.

    O fato é que isso tem se tornado tão visível pras outras pessoas que as oportunidades tem aparecido cada vez mais. Na próxima semana começo minha certificação, na Abracoaching, e isso foi o que me fez gelar quando vi o nome do episódio – hahaa. Muita gente ta mais empenhada em criticar uma onda e os seus surfistas do que em encontrar a sua onda. Estou entrando de cabeça nessa empreitada porque durante muito tempo sofri com uma “dor” que não quero ver os outros sofrendo e tenho um prazer imenso em ver o desenvolvimento das pessoas. Além de trabalhar em agencia, já empreendi no meu próprio negócio de comunicação e não sentia um terço da satisfação/orgulho que sinto hoje com as pequenas oportunidades que tenho de trazer mais clareza para quem me procura.

    Quero dar o meu melhor e ajudar as pessoas a fazerem o mesmo, não só encorajando mas também auxiliando no que for necessário. O coaching é uma das ferramentas para isso, existem várias. Espero ver mais coachs trabalhando por um país mais produtivo e mais feliz.

    #Hardworkpapai

    • Eduarda Morais

      Deco, adorei o seu depoimento!
      Realmente, muita gente critica a onda e seus surfistas sem nem ter encontrado ainda sua onda, seu caminho! Ficam preocupadas com o sucesso dos outros e muitas vezes nem se sentem pessoas de sucesso nos caminhos que escolheram!
      Eu também fui/sou profundamente impactada por muita coisas que “esses” motivadores e coachs fazem/escrevem, pelo valor que eles lançam pro mundo.
      Quem for inteligente e achar que aquilo lhe cabe, pega aquilo é se transforma!
      Escuta ou lê e parte pra ação! Essa é a melhor e mais trabalhosa parte!

      • Deco Barbosa

        Gratidão, Duda :)
        É fato. A impressão que tenho as vezes é que algumas pessoas acreditam que reformular o mindset e partir pra ação é fácil. Não é. Pelo menos não no que diz respeito a resultados. Ok, novos inputs geram outputs diferentes, concordo. Mas daí esses outputs gerarem ações e essas ações gerarem resultado é outra história. É muito trabalho, consistência e perseverança.

        Enfim. Sigamos agindo.

        “Knowledge is not power, execution is.”

    • Renato Ribeiro

      Deco, que massa! Realmente, criticar é o caminho que os medíocres (aqueles que vivem na média, como o Murilo fala) tomam. O importante é que vc sabe quem de fato vc é e o que vc quer. Com seu propósito definido, fica muito mais fácil conquistar suas metas! Sucesso! :)

      • Deco Barbosa

        É isso aí, Renato!!! Brigado, cara.
        Uma frase que ouvi/aprendi e tem me ajudado muito nesse caminho é “A ação trás clareza.”

        Vamo pra cima!

        • Renato Ribeiro

          Perfeito, Deco!

          E a repetição da ação também traz segurança para agir cada vez mais, né?

          Abraço camarada!!!

          • Deco Barbosa

            Exatamente!

            Abraço forte

    • Thiago Henrique Souza

      Show, estamos juntos nesta turma da Abra!

      • Deco Barbosa

        Que massa, Thiagoo!!!
        Tamo junto

    • murilogun

      a Paula eh incrivel!!

      • Deco Barbosa

        Demais!!!

    • Daiane Cristina De Borba Nóbre

      ​Deco, também gelei quando li o tema. Sou Master Coach (com 7 formações na área), e tenho visto a “prostituição” nesse mercado, mas como bem citou o Murilo (que cá entre nós tem muita coisa que eu não entendo dessa língua nordestina que eu simplesmente adoro, pois amooooo o Nordeste brasileiro), o profissional que não for bom, que não entregar o que prometer, que não se especializar e, mais do que isso, aquele que não souber se conectar com as pessoas certas, vai se auto excluir! O mercado vai satura-lo. Concordo mais uma uma vez quando o Murilo diz que tem sim espaço pra todos. E em se tratando de Coach, nos USA tem 40 Coaches para cada 1 milhão de pessoas, no BRA a última pesquisa informou que tem 4 profissionais para cada 1 milhão. O que eu tenho como premissa é transformar vidas através do meu trabalho. Como o Conrado Adholfo fala, “quando você parar de falar em dinheiro e começar a falar em pessoas, o dinheiro virá”.

      Murilo, tu tem umas sacadas geniais e adorei o negócio de daqui a pouco vamos estar morando na lua e ainda não estamos usando ç no endereço eletrônico…hahahaha. Tu é muito foda, guri!

      Gratidão por compartilhar tanta coisa boUa com a gente! Abraço

      • Aline Alves de Oliveira

        Oi, Daiane. Tudo bem?! Então, estou querendo começar neste universo de Coach. Entendi do que se trata e me apaixonei. Mas, claro, como tudo na vida, vc tem que se qualificar. Gostaria de saber se vc me indica um curso para começar (ou on line ou na cidade do RJ). Enfim, vc pode dar uma força para os iniciantes aí, heheh?! Obgda e mto boa sorte na sua jornada.

        • Daiane Cristina De Borba Nóbre

          Oie Aline, obrigada pelo contato. Então, eu fiz todas as minhas formações na SLAC (sociedade Latino Americana de Coaching) dá uma olhada no site deles http://www.slac.com.br super indico. Todas as certificações são internacionais e o time de treinadores é SENSACIONAL! Qualquer outra dúvida que puder lhe auxiliar, me fala, tou por aqui. Sucesso pra você, também!

          • Aline Alves de Oliveira

            Daiane, obgda pela dica. Mas, tenho uma outra pergunta: vc conhece o Geronimo Theml? Estou a fim de fazer o curso dele. Gostaria de uma opinião de alguém já maduro no mercado. Vc pode me ajudar de novo, hehe?!

  • Denilson Giungi

    Assim como ocorre em outras profissões, há realmente uma grande oferta de mão de obra de serviços de Coaching; há pessoas mais qualificadas e outras nem tanto; há pessoas mais experientes e outras em início de carreira; há pessoas com bom senso e outras sem noção. Cabe ao cliente buscar referências sobre o profissional a ser contratado, assim como o faz quando busca outros serviços e/ou produtos.
    Leia mais em:
    https://www.linkedin.com/pulse/coaching-n%C3%A3o-%C3%A9-para-pessoas-mais-ou-menos-denilson-giungi?trk=prof-post

  • Denilson Giungi

    várias pessoas de bem, mesmo sem haver passado por nenhum processo de Coaching, apenas com base nas propagandas e promessas milagrosas, acabaram criando um pré-conceito negativo com o Coaching. Veja artigo completo em:

    https://www.linkedin.com/pulse/o-rio-de-lama-que-atrapalha-evolu%C3%A7%C3%A3o-do-coaching-brasil-ribeiro

  • Cássio Augusto de Oliveira

    Certo, muito interessante este PodCast. Aliás, já conheço e sigo o MuriloGun há algum tempo, desde o S4S em SP da Camila Porto. Acredito que todos temos algo a ensinar e também concordo que só os melhores sobreviverão. O mais importante é a MOTIVAÇÃO, trabalhar com CRIATIVIDADE, e fazer a DIFERENÇA. E Empreender no dia-a-dia é que nós estamos buscando. Temos uma agência de publicidade e há algum tempo começamos a apostar no Mercado de Marketing Digital, partindo do Ponto A para o Ponto B com resultados expressivos para nossos clientes. E virtude disso o que conseguimos: Clientes indicando amigos, que acabam virando novos clientes, que impactam pessoas e automaticamente mudam vidas.
    Então precisamos estar motivados diariamente para podermos mudar as nossas vidas e as vidas de outras pessoas. Parabéns Murilo e equipe. #Hardworkpapai

    • Renato Ribeiro

      Que massa, Cássio!!! Como o Murilo disse, citando Zig Ziglar, motivação é igual banho: temos que tomar uma dose todo dia! hehehe. Sucesso!!!!

  • Renata Cristina Ferreira

    Episódio sensacional! Eu realmente já me peguei julgando ser algo de ‘modinha’ de maneira pejorativa… por outro lado, eu me criticava e me travava por querer estudar mais e trabalhar com isso de alguma maneira…. eu vi tudo de outra forma! realmente há muitos que conhecem a área, os melhores permanecem de alguma maneira e o poder da transformação é algo que pode salvar o mundo… adorei.
    E ri demais com a declaração sobre o ç nos endereços de internet kkkk

    • Renato Ribeiro

      Daqui a pouco estaremos na lua e não teremos ç… kkkkkkk. #xorei também

  • Marina Brandao

    Demais esse guncast! Falou tudo e mais um pouco! Já escutei de várias pessoas “ah, esse negócio de coaching está meio na moda, né?”, em tom de crítica, por não entender e por não procurar informação criam pré conceitos sobre o tema.

    Na verdade, tudo que é “novo” gera essa reação mesmo [estranheza e crítica], e não estou dizendo que esse trabalho é novidade, estou falando da mudança de era que estamos passando. E super concordo com o que foi falado, não é por qualquer coisa que estamos com esse “boom” de coaches e coachees, a sociedade não se sustenta mais no modelo empregado até agora .. tá todo mundo cansado do padrão de trabalho/vida e é natural que formem-se formadores e é natural também que tenham pessoas interessadas em aprender com esses formadores.

    Eu mesma entrei o ano passado no programa “Decola! Lab”, da Rafa Cappai, porque resolvi largar a arquitetura e correr atrás do que sempre amei fazer – arte. É um programa de coaching, e tenho a plena certeza de que foi a melhor decisão. Cresci muito como profissional e como pessoa também! Conheci pessoas maravilhosas, que me levaram até outras e tem sido um crescimento constante. O estímulo vem a toda hora.

    Te agradeço por fazer parte dessas pessoas que dedicam seu tempo para fazer a gente acordar. 😉

    • Deco Barbosa

      Que massa, Marinaa!!
      Uma das coisas mais legais dessa nova jornada, que encontrei também no seu depoimento, é a enxurrada de pessoas maravilhosas que entram na nossa vida e trazem mais pessoas maravilhosas e assim por diante. O mundo está cheio daquilo que nós estamos cheios. Adorei seu depoimento.

      • Marina Brandao

        Exatamente isso, Deco! Acho que, no fundo, o fator humano é o que mais importa :)

        • Deco Barbosa

          Com certeza 😀

  • IGOR ANDRADE

    Bem, sou um cara super cético (ou era) sobre o tema. Tenho muito preconceito em rótulos e tal, e o próprio nome “coach” sempre me trouxe uma certa repulsa por achar algo meio soberbo. Não aguentava ouvir alguém falando que estava com um coach pra dar uma mudada na carreira, e que precisava de alguém para isso ou aquilo… Nesse sentido, demorei um pouco mais para acreditar na eficácia desse “serviço”, o que tem me levado a ler/ouvir tudo que posso sobre o tema. Muitos não me entregaram (ou entregarão) nenhum conteúdo significativo, mas ao menos me levaram ao seguinte questionamento: – Será?? Será que isso tá certo?? É isso mesmo!?? Nesse caminho comecei a me sentir alguém mais questionador ao invés de ouvidor. Não aquele questionador chato que quer somente testar a pessoa, mas aquele que quer extrair dela o máximo de conhecimento e compartilhar com os demais… Acredito até que nos transformamos em semi-coachs passando nosso conhecimento, dicas, informações… etc. Bem, espero que mais e mais pessoas apareçam para o mercado nessa onda, pois o mar vai cuidar de deixar ele surfar ou apenas tomar um caldo…

  • Lucas Aranha

    Mais uma vez entregando conteúdo de qualidade para nós!!!!

    • Renato Ribeiro

      Muito top ne =, hehe

  • https://www.facebook.com/ROProfessionalLifeCoaching/ Rodrigo de Sousa Oliveira

    Fala Murilo !!! Sensacional o tema

    No sábado(16) estacamos discutindo este tema no grupo das três turmas do curso no Telegram e falamos o “boom” que ocorreu no mercado de orientação profissional e de vida, seja com os processos de coaching, terapia ou mentoria.

    Eu partilho da sua opinião que o mercado naturalmente selecionará os bons profissionais e aqueles que prestam um serviço meia boca certamente perderão espaço que tende a ser ocupado pelos bons. Nisso eu observei que muitos psicológicos dos quais eu conversei se colocaram contra os COACHES pois estes “entraram” em um nicho do mercado que até então era “exclusivo” dos psicólogos.

    Enfim… muito destes profissionais talvez tenham medo de “perder” espaço !!! Olha a disrupção ai… o que será que vem pela frente heim ???

    Parabéns !!!

  • Giulio Costa

    Caraaaa, depois que vi aquele post no StartupBrasil fiquei abismado com o mindset da galera. Todo mundo pode entregar conteúdo de qualidade, basta se emprenhar. Murilo mais uma vez provando que é cara kkkkk. Continua na pegada #HardWorkPapai, vc me ajuda muito e ajuda muita gente também.

    • Renato Ribeiro

      Gun é um maluco muito diferenciado!!! hehehe

  • JP.Pereira

    Murilo nossa cada dia que os pods, muda minha visão ajudar a ter muitas ideias e olha e muito bom, essa onda de Coach muitas vejas faz nichos é isso que podemos está mais isso que você opina mostra varias visões e faz a vida dar um 360º e isso ai. Valeu Papai

  • https://about.me/lucasmf Lucas Moura Freitas

    Episodio muito maneiro. Confesso que tinha um pouco de preconceito por achar que muias dessas pessoas eram “enganadores”. Mas hoje vejo os coaches como “ajudadores” ou “aconselhadores”. Tipo tem ajuda e conselho para todo tipo de pessoa e pra toda ocasião.

    Já fiz sessões de coach que me ajudaram muito com relação a auto conhecimento. Hoje estudo bastante essa questão motivacional e de auto conhecimento para conseguir ajudar as pessoas ao meu redor (amigos, familiares e colegas de trabalho), seja com uma dica de livro, um podcast, uma atitude, um conhecimento tácito, enfim, concordo com o que foi dito, nós precisamos de mais coaches para incentivar as pessoas a crescerem mais tanto no seu lado profissional como em seu lado pessoal.

    Valeu papai!!

  • figolucas

    Murilo, com um pedido desses não tem como sair sem comentar.

    IMHO…um dos grandes problemas sobre essa história de que todo mundo é coach, motivadores e “geração Bel Pesce” é que muita gente tá ensinando o cara a ensinar, ou ganhando dinheiro prometendo que ensina o cara a ganhar. Tu tens uma história diferente. Teu curso é sobre criatividade e reaprendizagem. No caso hipotético de sua esposa ela ensinaria sobre gravidez e maternidade. Mas hoje a galera quer ouvir sobre empreendedorismo e já sair ensinando. Empreendedorismo é ação e resultados, tomar as rédeas das coisas como você mesmo disse. Você precisa de uma história pra conectar com as pessoas e motivá-las. Mas tem gente que não tem história. Conta a dos outros. Aí não tem como não sofrer de síndrome do impostor.

    Eu sofri. Fui da primeira turma de Érico, nem se chamava Fórmula de Lançamento. Foi Ignição Digital. Acreditei no cara sem ele ser quem ele era hoje. Sou imensamente grato pelo que aprendi. O problema estava em mim, que fiquei repetindo (de boca) o que aprendi lá por uns 3 anos. Só vendo os estudos de caso e querendo mostrar pra todo mundo que funcionava, até realmente sentar a bunda e fazer meu primeiro lançamento. De outubro de 2015 pra janeiro de 2016 tive mais resultado do que em 3 anos. É claro que se o produto do cara não for bom, ele não vai ter futuro. Mas a ação é que faz a diferença.

    Enfim! Não sei se foi uma bola bem levantada, mas fiz e pronto. Agora queria pedir a sua participação aqui também. Só tenho visto o Renato nas cortadas.

    Obrigado pelo valor acrescentado! Orgulho de ser seu conterrâneo e seu contemporâneo no mundo. Manda brasa!

    #hardworkapapai

    • Renato Ribeiro

      Cara, na boa, acho que somos muito privilegiados de viver na mesma época que mentes como Murilo Gun, Flavio Augusto, Bel Pesce, Gustavo Caetano, Elon Musk e cia… e também acho que nós podemos ser o próximo Gun ou Flavio Augusto, hehehe. Abs

      • Lucas Figueiredo

        Mandou bem, Renato! O que mais me inspira nas pessoas inspiradoras é saber que elas são gente igual a mim, ou melhor, a nós!

    • murilogun

      sentar a bunda é #hardwork!!

      • Lucas Figueiredo

        Valeu, meu pirraia! Tuas gírias nos assuntos sérios são #hardwork pra caramba. Acabam tornando as temáticas mais legais de debater.

  • glebeduarte

    Meu velho, meu dedinho de contribuição. Ouvir os poucos minutos que você, assim, acelerado, cheio de coisas, que vão, que voltam, tem me inspirado e bixo, tá muito massa. Imagino quantas pessoas terminam de ouvir e já ficam pilhados querem realizar as coisas, eu pelo menos fico. Meu obrigado.

  • Wagner Mattos

    Olá Pessoal!!! Sou Coach Profissional há pouco tempo, formado pela SLAC, e já trabalho com consultoria de comunicação e liderança em programas de empreendedores já há alguns anos.

    A “nação bel pesce” (empreendedores jovens que querem ser famosos e autoridades no seu mercado!) despertou uma carência no mercado nacional, não só ela mas outros líderes como Flavio Augusto, Erico, Arata, etc… o que eles fizeram? simples! disseram as pessoas o que elas precisavam ouvir! isso é ótimo maravilhoso – como bem disse o Murilo!. Só que ser empreendedor vai muito além de ter um produto digital ou uma boa reputação nas redes sociais. É preciso entender de mercado, economia, gestão, comunicação, finanças, pessoas, etc. Por isso o camarada que se vislumbra com o mercado de coach – ou qualquer outro mercado com barreira de entrada baixa – achando que vai trabalhar pouco, fazer mó sucesso e ficar rico, depois ter um moooonte de seguidores nas redes sociais, esse cara, pouco tempo depois descobre que precisa aprender muito mais coisas do que simplesmente a metodologia de Coaching ensinada nas escolas por aí.

    Uma das coisas que aprendi ao longo de 10 anos no mercado de marketing é o seguinte: NOSSA ECONOMIA É MACRO! O NOSSO CONSUMO É MICRO. O que isso quer dizer? NÃO QUEIRA ABRAÇAR O MUNDO!!! Vai ter um camarada DO LADO DA TUA CASA (ou da tua empresa!) que precisa do que você tem! seja referência pra ele! depois vai ter um na esquina, depois 1 quadra, depois 1 km… e quando você menos perceber criou um micro-nicho de pessoas que acreditam no teu trabalho mesmo que NÃO SAIBAM QUE EXISTEM MILHARES DE COACH´S melhores que você!!! ehehehe essa é a realidade! não tem problema você não ser o melhor, é serio! você nunca será o melhor (desculpe te falar!) quer ter certeza disso: então vamos lá: me diga qual o melhor coach do mundo? (Seligman? Napoleon HIll? Dale Carnegie? Anthony Robbins? ok…) pergunte pra cada um deles se eles acham que estão no TOPO DA CADEIA? não estão, posso lhe garantir!!! eles terão outras referências…(talvez fora terra, mas continuam não sendo os the best´s!) e talvez nem queiram estar no topo, porquê isso é vaidade demais pra quem quer simplesmente contribuir com uma humanidade mais feliz! E uma boa forma de fazer isso é começar por segmentar o seu trabalho por regiões geográficas (isso mesmo! não baseie todo seu negócio na internet, especialmente nesse mercado onde a pessoalidade é fundamental!)

    Meu conselho pessoal, que pode parecer um pouco contrário do que todos os líderes no mundo digital vem falando: não queira estar no topo, porquê no fim das contas você nem quer mesmo estar lá! nem sabe porquê quer isso! talvez seja uma auto-afirmação, talvez um saudosismo desenfreado…

    Dito isso, fica fácil trabalhar, não é mesmo?! Seja o MELHOR para aqueles que estão na sua rede, e você vai subindo naturalmente, sem desespero… afinal, se você for basear sua métrica de sucesso no “QUANTO ACIMA DOS OUTROS EU ESTOU”, você vai sofrer eternamente, porque sempre vai ter alguém melhor do que você! (e pior também! você só precisa encontrar o seu lugar! e não tomar o dos outros…).

    Isso torna nosso trabalho diário mais saudável, porque não estou encomodado com o sucesso dos outros, estou sim torcendo, porque todos nós estamos no mesmo barco: tentando criar uma sociedade mais feliz e menos egoísta! :)

    • Deco Barbosa

      Incrível, Wagner. Valeu pela contribuição. De olho rsrs

    • murilogun

      lindo

    • Gustavo Alonge Furtado

      Demais!! caraca, até respirei agora! não tinha percebido mas eu estava com esse mindset de querer ser o melhor! Obrigado!

    • Wendel Melo

      insight : “Seja o MELHOR para aqueles que estão na sua rede, e você vai subindo naturalmente”
      Wagner Mattos

      Muito bom, valeu.

    • Maria Clara

      Muito bom! Se fizermos a nossa parte e tentarmos ser melhores do que nós mesmos já estamos no caminho certo, que seja 1% a cada dia. 😉

    • Aline Alves de Oliveira

      Cara, faço minha suas palavras. Assim é para todas as profissões. Eu vivi isso. Qdo jovem queria ganhar 10 mil assim que saísse da faculdade. Bobinha eu, hehehe. Tudo na vida é uma escada. É degrau por degrau. E, assim as coisas aconteceram na minha profissão atual (acho que já até posso ensinar isso p alguém como coach, o que acha?! heheheh). Enfim, excelente comentário!!!!

  • http://www.leticiaspinardi.com Letícia Spinardi

    #guncast verdadeiro e realista sobre o mundo de hoje…
    Muita gente ainda tem medo de arriscar empreender quando olha pro mercado e vê tanta gente tentando fazer a mesma coisa. A questão é: como “você” está fazendo essa coisa?
    A paixão pelo que se faz ainda é, sem dúvida, o principal motivador, mas é preciso ir além. Sem estudo, dedicação, investigação de mercado, conhecimento e muita, muita persistência, não se passa de mais um na multidão. Para fazer a diferença você tem que mostrar que pode fazer aquilo de um jeito melhor, mostrar que está olhando para o seu público e não apenas para o seu desejo de empreender. Empreender com sucesso é entregar algo que o público precisa. Mesmo que muitas vezes esse público não saiba que precisa disso.
    E a questão da auto motivação é super importante. Tenho sentido isso na pele, mais do que nunca! Eu não sou uma pessoa negativa, nunca fui. Mas sou bastante racional e realista. E ano passado percebi que essas duas característica não estavam mantendo um de meus pés no chão, mas sim enterrando os dois e todas as minhas possibilidades junto. É preciso sim ter um pé nos ares e outro bem firme no chão para encontrar o equilíbrio e ser capaz de arriscar. Quando mudei minha atitude e passei a ter uma visão mais positiva, tudo mudou.
    Sensacional, Murilo

  • Daniel

    O pessoal critica o Coaching hoje, pq acham que é modinha. Muita gente fala que é coach, e nem é. Porém, quem sabe o que um Coach faz, nunca vai criticar! O coach desmistifica esse negócio de achar as respostas num guru. O coach faz você achar as respostas dentro de você. Às vezes a gente precisa mesmo de uma pessoa de fora, com as técnicas certas, para fazer com que você aprenda a enxergar as respostas que já estão dentro de você. Isso é muito valioso! Gostei do assunto e da forma como foi abordado. Abraços!

  • Luiz Gustavo Barbosa

    Obrigado Murilo, desde o ano passado, te acompanho mais de perto, escuto todos os podcasts , snaps , emails e toda vez vc tras novos pensamentos , ideias e motivação para nunca estar satisfeito e sair da zona de conforto.
    Estou fazendo um curso de Marketing digital e um senhor que é encarregado de limpeza , está no curso querendo aprender desse mundo, isso mostra que não tem idade para evolução e nunca devemos nos conter com pouco.

    Continue assim , o mundo agradece.

  • Fabiana Rodrigues

    Murilo amei esse episodio acho que um dos melhores !!!

    Como você pediu para contribuir… vou deixar uma questão… quem sabe vira um episódio seila…

    Fiquei curiosa sobre uma coisa: você falou sobre MONTAR UM TIME… mas se eu não quero ser a que vai montar o time mas sim PARTICIPAR DE UM TIME bom de excelência, o que é preciso para estar nesse time?
    O que fazer para manter esse time motivado mesmo eu sendo somente um membro do time e não de fato o LÍDER?

    Sou funcionária pública e não quero ser líder aqui… (Entrar na politica e tal) mas quero sempre fazer o meu melhor e ajudar meus colegas a isso… VALEU MASTER!!!

  • https://www.youtube.com/user/aNGELcLEYDSON Cleydson Barbosa

    A doação é recíproca, meu caro conterrâneo!

    Você não sabe? 😉

    Vamos movimentar aqui também, e o que eu penso sobre o assunto da forma mais sucinta possível é o seguinte…

    Sempre ouço muita gente reclamando de que as pessoas não querem ajudar, só querem reclamar. Aí quando chega alguém para ajudar, reclamam.

    E aí?

    Abraço, meu caríssimo!

    • Renato Ribeiro

      O ser humano nunca está satisfeito com nada. Se faz sol, quer chuva; se chove, quer sol. kkkkkk

  • Caroline Fioravante

    Eu vi esta discussão no grupo e só digo uma coisa #RecalqueHardWork. Fala-se tanto em desenvolver pessoas em nosso país… Mas no Brasil temos 5 coaches para cada 1 milhão de habitantes, contra 40 na Europa. A geração BelPesce é reflexo de uma juventude que quer mais do que líderes distantes, com teorias complicadas e inacessíveis. Dentro dos 10 líderes da pesquisa realizada em 2015 sobre “O Líderes dos Sonhos dos Jovens” entraram também os pais, e os gerentes. Dizer que estes empreendedores popstars fazem mal? Pra mim aparenta apenas a demonstração dos jovens, que querem e tem o direito de admirar quem ‘cuida da gente’…

  • Kaio Serrate

    Outro ponto que deve ser considerado é o público alvo, a persona de cada um desses influenciadores. A Bel Pesce, citada no episódio, sabe muito bem quem é o nicho dela e entrega muito valor ao seu público. O fato de uma pessoa não fazer parte do público alvo de determinado influenciador não tem nada a ver com o fato desse profissional não ser bom. Ele pode não falar diretamente para você, mas está mudando a vida de milhares de outras pessoas.

    Concordo muito também com a visão de que o mercado acaba fazendo a peneira. Mais cedo ou mais tarde é o que acaba acontecendo.

    • murilogun

      perfeito sobre publico!!

    • Ivanor L. Rabelo Junior

      Estive pensando nessa de público hoje. Comecei a ouvir o guncast no mesmo dia em que assinei o da Bel Pesce e descobri que não sou o público dela. Não acho que o que ela fala não tenha valor, mas não se encaixa em nada no que vivo atualmente e a linguagem usada me causa uma estranheza muito negativa. Diferente do Murilo, do Marcio Miranda, Flávio Augusto…

  • Abel Odorico

    Opa, e ai Murilo, concordo totalmente quando você diz que as informações que estão sendo discutidas no grupo é nicho, a repercussão acontece por que estamos mergulhados nesse assunto e com isso começamos a mapear a quantidade, mas aplicado ao Brasil, por exemplo, muitos nem vão saber o que é coach. Outro ponto é que tudo é tendência, no passado eram os cursos de Gestão da Qualidade, depois Green Belt, Black e por ai vai, agora o coach, cada um em seu momento foi importante. Sobre o suposto volume a quantidade muitas vezes não significa muito, depois de um tempo o funil é natural e ficam aqueles que são diferenciados e que realmente entregam o que prometem.

  • Bruno Feitoza

    Murilo, talvez um dos motivos do pessoal comentar pouco aqui no site são as barreiras, como vc mesmo disse no episodio, quanto mais barreira, mais vai filtrando o pessoal (talvez isso seja uma coisa boa). Eu viciei em podcast por causa desse seu modelo, episódios rápidos e objetivos, que eu consigo escutar em qualquer lugar, a qualquer momento, desde que eu esteja fazendo algo que não precise pensar muito (rs) ou seja, quase não tem barreira. Agora pra comentar aqui eu precisei estar no pc e logar nesse Disqus e… eu vim no carro pensando nisso, mas agora escrevendo aqui to me sentindo um bosta, só de pensar no trabalho que dá vc gravar esse podcast com conteúdo foda e gratuito… o mínimo que eu tenho que fazer é comentar aqui, então se alguém leu até aqui… foi mal galera, desconsidera.

    • murilogun

      kkkk nao precisa se sentir um bosta.. mas de vez em quando entra no site e dá uma olhada nos comentários 😉

  • Eduardo Freitas Oliveira

    Atendendo a pedidos (rs) vou entregar aqui meu comentário .. a melhor sacada pra mim foi: “Motivação é igual a banho, tem que tomar todo dia…”, se bem que minha esposa reclama que eu às vezes não tomo banho…

    • murilogun

      zig ziglar!

  • Thiago Henrique Souza

    Mandou bem demais. Só acrescento que aprendi com algo que li estes dias, que motivação sem disciplina para fazer acontecer de nada adianta. Vi muito sentido nisso. Tá aqui: http://papodehomem.com.br/foda-se-a-motivacao-o-que-voce-precisa-e-disciplina/

    • http://chrystianborges.com.br Chrystian Borges

      Esse post é top.

  • Edison Matos

    Eu assumo que vinha pensando em algo similar.
    No nosso meio, tenho visto que várias pessoas novas têm focado muito em produzir material sobre empreendedorismo, e sem muita experiência pra embasar o que transmite.
    Logicamente, isso não me incomoda nem um pouco, mas, acho que algumas pessoas que estão seguindo por essa vertente de cabeça poderiam estar usando o seu tempo de forma mais apropriada agora, pra colher frutos disso no futuro.

    Eu concordo com o Erico Rocha quando ele diz que ele gosta de aprender com quem fez, e não com quem tem por função ensinar.
    Eu sigo o Murilo não unicamente porque ele ensina, mas porque ele tem o curso online dele que valida tudo o que ele diz (fora as outras experiências que a gente já conhece, tipo, Singularity, Comédia, etc).
    Sigo o Flávio Augusto, Bel Pesce, Érico Rocha pela mesma ótica. Todos têm portfólio e em um determinado momento passaram a distribuir o conhecimento deles pra influenciar as pessoas.

    Eu não acho que projetos novos sobre empreendedorismo são inferiores, por exemplo, o ResumoCast, que saiu daqui e já entrou no meu top podcasts. Só acho que tá saindo muita gente produzindo muita coisa igual, e como o nosso tempo é escasso, a gente acaba tendo que escolher entre uns e outros.

    Minha sugestão é, ao invés de aplicar muito tempo agora investindo em produzir material que pode não ter muito impacto por falta de propriedade de causa, vale mais a pena começar a construir coisas sólidas (projetos, ideias) pra depois começar a mostrar como conseguiu, e aí sim, começar a dar dicas (nesse ponto, você já vai ser uma autoridade no assunto)!

    No fim, acho que é só uma forma de otimizar o tempo, e mais a frente, você ainda pode sim ser um fomentador do empreendedorismo, só que com um alcance maior e propriedade no que fala.

    Fica aí minha sugestão e opinião sobre o assunto!

    • murilogun

      boa!

  • Monica Eloy

    Muito bom Murilo!
    Um dos melhores episódios!

    • Renato Ribeiro

      Acho que o mais ouvido na historia do guncast :)

  • Paulo Ciarlo

    Episodio top como sempre papai!

  • Dani Teixeira

    Muito massa, Murilo! Eu sou coach e mentora de coaches. Amoooooooooooooo o que eu faço! Muita gente fala, mas poucos fazem acontecer! Gratidão por levantar essa discussão tão poderosa! Show!

    • Renato Ribeiro

      Oi Dani! Não sou coach, mas já fiz um curso na área e tenho vários amigos coaches. É como o Murilo falou: os bons fazem acontecer!!! :)

  • Arnóbio Júnior

    Muito bom o episódio, Murilo. Me fez pensar em várias situações. Valeu! =D

  • Juliana Bueno

    Oi Murilo!!
    Gostei desse episódio e queria comentar sobre a motivação. Sempre usei de imagens, textos ou músicas para encontrar minha motivação. E depois que comecei a ouvir ao guncast, além de alguns outros que ouço, tive um insight e comecei a gravar no celular sobre coisas que aprendi no dia, ou o que me deixou feliz, e depois de um tempo voltei a escutar, e percebi que me ouvir falando sobre o que fiz e deu certo me motivava ainda mais!, usar da minha própria “história de sucesso” para me motivar e achei muito válido.
    Adorei sua provocação em pedir para te retribuir todo o valor que você está agregando as minhas ideias, e por isso estou aqui! Parabéns pelo trabalho!!

    Ah, fui postar no face que estava ouvindo guncast, e vi que não tinha essa opção, nem mesmo podcast… acho que eles estão de brincadeira na tomateria, não acha?! =P

  • Bruno Tinelli

    Fala papai, como você pediu estou aqui. Pessoas incentivadoras como o Murilo, Flávio Augusto, Bel mudaram a minha vida. Antes eu tinha planos, e mais planos e nunca executava. Hoje pilhado, motivado, fui la e fiz. Montei um site da minha empresa e já consegui uma reunião com um possível cliente, mudei de emprego, e a empresa que eu trabalhava quer que eu preste serviço terceirizado, ou seja, mais um cliente. Acho que pessoas assim devem continuar fazendo com que pessoas como eu fiquem motivados. Hoje divulgo podcast pra todo mundo, por que sei que vai mudar a vida dessas pessoas. Falou papai.

    • Renato Ribeiro

      Que massa, Bruno! Essas pessoas também mudaram minha vida!!! :)

  • Marx Junior

    Murilo,
    Uma parada que fico pensando e que acho que está relacionado com este episódio é a figura do herói.

    O Brasileiro sempre buscou um herói para se inspirar, se motivar e dizer: aquele cara me representa. Como a política nunca foi nosso forte este heróis vinham do esporte. Guga, Senna, e por aí vai. Como ultimamente o esporte não está prosperando tanto quanto antes este movimento enfraqueceu.
    A atual situação do país tem motivado muita gente para seguir seu caminho e sonho rumo ao seu próprio negócio. Então acho que juntou a fome com a vontade de comer. Quero empreender e preciso de um herói. Porque não um empreendedor de sucesso? Porque não me motivar com caras que estão fazendo acontecer? Estes são os novos heróis da era pós digital.

    Sem contar que a quantidade, qualidade e acesso as informações aumentou muito nos últimos anos. Isso faz com que fique fácil perceber estes movimentos.

    Pra fechar eu acho que as pessoas perceberam que o tempo de ser apenas bom no que faz, não é mais suficiente. Ser chefe segurando o chicote (capataz), não é mais suficiente. Você tem que saber se relacionar com as pessoas e muitas pessoas passaram a procurar cursos de coaching voltados para trabalhar a inteligencia emocional (habilidades interpessoais e intrapessoais). E claro que o mercado percebeu a demanda e gerou oferta para este público.

    É isso.
    Abraço

  • paulo santiago

    Muito bom este Podcast, primeira vez que to acessando essa página, os bate-papos aqui são excelentes!

    • Renato Ribeiro

      Q massa! :)

  • William

    Fala Murilo e GunCasters! Mal acabou o episódio e cá estou eu me entregando também. De dentro do ônibus a caminho trabalho. Mas esse episódio me despertou uma dúvida em especial. Quando você falou sobre o charlatão, que nos dias de hoje ele é descoberto rápido.
    Mas pergunto, qual o limite torna o charlatão prejudicial?
    Explico: uma pessoa que nunca empreendeu, ou não obteve sucesso na sua única tentativa, mas descobre que é EXCELENTE em motivar os outros. Mas como não tem histórias de vida para dar credibilidade as suas teorias, conta estórias em suas palestras, podcast, livros e etc…
    Meu ponto é: com mentiras ele motiva as pessoas e DÁ CERTO. As teorias podem não dar certo pra ele. Mas todos seguem obtém resultados.
    Não sei se é uma comparação válida mas imaginei aqui um pastor que não acredita ou não segue as regras de deus mas prega no culto e os fiéis confiam nele. Apesar de mentir ele “faz” o bem.

    Qual o limite?

    Quero deixar claro que não conheço ninguém assim.
    Mas não tenho opinião formada sobre isso.

    Quero saber o que vcs acham.

  • http://www.miseixas.com Michelle Seixas

    Tudo que se torna popular, que se dissemina ao ponto de sair daquele nicho específico e atingir a massa, vai ser considerado moda até que se estabeleça e se torne o padrão. E como toda “novidade” vai ter um monte de gente se interessando em ter ou ser aquilo: (1) porque se identificou verdadeiramente (2) porque quer aparecer como atualizado (3) porque viu que os outros que seguiram o novo caminho (os pioneiros) tiveram sucesso e com isso retorno financeiro, fama.

    A segunda parcela, simplesmente não influencia em nada, vai tentar seguir mas possivelmente vai desistir porque fez aquilo sem identificação real. Essa terceira parcela é o que faz banalizar qualquer tipo de inovação/profissão, e acredito que seja justamente ela que incomoda a pessoa que fez o questionamento no grupo.

    É natural que se questione isso, mas também acho que seja relativamente fácil identificar os “charlatões”, basta vc acompanhar por um tempo e ver o que ele tá te entregando. Ele tá mudando seu pensamento? Tá agregando algo a sua vida? Não tá? Então basta não seguir mais, não ouvir mais o que ele tem a dizer. Você não é obrigado a pagar por nada, nem comprar nada de ninguém, e se você tá procurando por apoio aposto que vai pesquisar bastante antes de fazê-lo, então vai saber quem vai te ajudar ou não. Se você compra o primeiro curso que vê pela frente ou contrata o primeiro coach que vê no facebook, aí sim você tá de brincadeira na tomateira.

  • http://chrystianborges.com.br Chrystian Borges

    Se você é o “Coach” da história (o cara que tá querendo empreender com motivação), o que você precisa fazer é proteger a sua autoconfiança. A maioria das pessoas que te conhecem de perto vão te desencorajar, ainda mais se você for jovem. E o pior: vão te desacreditar.

    Tem uma frase de uma vídeo motivacional que eu gosto de assistir que diz o seguinte: “Se você passa o seu tempo tentando convencer as pessoas para conseguir sua aprovação, o que vai acontecer é que você vai perder a calma e os outros lhe convencerão de que o que você está fazendo não tem valor… e você vai desistir dos seus sonhos”.

    Quanto tempo você já perdeu se questionando se realmente é capaz de realizar esse sonho? Quanto tempo você já perdeu paralisado por desculpas que não convencem nem a você mesmo? Quanto tempo você já perdeu se questionando “como eu posso motivar as pessoas se eu mesmo não consigo me manter motivado todos os dias”?

    A (minha) verdade é que você só precisa de duas coisas pra fazer o que quer que seja (quem conhece “os dois poderes mágicos” vai saber do que eu estou falando): Você precisa dar o primeiro passo. Esta é a primeira coisa. Mas, principalmente, você precisa persistir. Não duvidar de você. Ir até o fim. Completar a volta.

    A primeira vez que eu li sobre os dois poderes mágicos (começar e persistir) eu achei boolshit. E fui desistindo de várias coisas no meio do caminho. “Não é isso que eu quero”… “Ainda não encontrei minha paixão”… eram algumas desculpas que eu dava pra mudar de rumo. Mas a verdade é que eu não persistia tempo suficiente pra saber.

    Não deixe a síndrome do impostor pegar você. Se você acredita em algo, vá até o fim. Teste. Teste. Teste. Analise os resultados. Se não der certo, faça de novo. Um hora vai dar.

    Valeu, Murilo. Aqui está um pouco da minha contribuição.
    Valeu, Guncasters pelos comentários enriquecedores.
    Abraços.

  • Felipe

    Massa, fiquei tocado com a troca unilateral de conteúdo! Por isso me senti na obrigação de comentar. O podcast é uma ferramenta incrível que aumenta a nossa produtividade, traz vários insights e faz com que nosso tempo livre (perdido) seja melhor aproveitado.

    Muitas vezes, como professor universitário, me sinto um ‘Coach’. Temos que motivar nossos alunos diariamente, esse é o maior desafio. Provar o motivo de estarmos ali, ensinando qualquer assunto e mostrando como eles vão aplicar na vida prática! Tornar a aula uma sessão motivacional que provoque transformação. E a troca também acontece, aprendemos e nos motivamos com o crescimento dos alunos em sala de aula.

    É isso, Murilo, um comentário do insta definiu exatamente o que você faz: vai direto ao ponto sem perder tempo.

    Obrigado pela transformação proporcionada!

    Felipe Bravo

  • Sabrina Sato

    Murilo, te conheci pessoalmente num lançamento de livro e nem dei bola… Naquele dia me disseram que você era o comediante do vídeo do estagiário, dei risada lembrando e só! Depois de meses, seu lado empreendedor e criativo foi o que me cativou e me fez admirar seu trabalho no podcast! Parabéns, viu!? Fico feliz em ter mudado de ideia!

    Sobre o episódio:
    Engraçado que, generalizando, existe uma má vontade tão grande dos early adopters em aceitar que aquela coisa que só ele conhecia agora faz parte da massa! O pessoal se comporta como fã enciumado e não quer dividir a sua falsa exclusividade! Prefere que seu “ídolo” fique restrito ao nicho do que vê-lo sendo conhecido das massas! É aquela coisa infantilizada de “eu vi primeiro”, “é meu e não vou dividir”! Daí os “de fora” ficam naquelas de “nem quero, é uma porcaria”! Vejo isso em tantas, mas tantas frentes de mercado que até dá preguiça! E, no tema do episódio, vejo isso em coaching também!

    Eu conheço coaching desde 2007, mais ou menos! Fiz um processo longo e que mudou o rumo que estava dando para minha vida em 2010-2011. Em 2012 me formei coach e trabalho com diferentes usos desse conhecimento desde então! Continuo nos processos de coaching a que me lanço, um de cada vez, para me conhecer cada vez mais e melhor e para seguir na direção dos meus sonhos (que se multiplicam constantemente)! E tenho ajudado outros a fazer o mesmo!

    Apesar da sensação superficial de concorrência maior com esse aumento de profissionais na área, é uma falsa sensação. Se você quer ser coach para um público que já tem uma oferta imensa de profissionais disponíveis e favoritos (executivos, por exemplo), é sua escolha entrar em um mercado de alta concorrência! Agora, nichos tem de monte nesse mercado de coaching e cada vez que converso com colegas da área, temos mais opções como nichos dentro de nichos dentro de nichos! Existe uma possibilidade de especialização imensa e, ao mesmo, a vantagem de poder continuar atendendo casos mais gerais!

    Eu adoraria tomar uma café com você para te explicar o que é o coaching e como ele ajuda as pessoas a se ajudarem! Há diferenças bem significativas desse trabalho para aconselhamento, mentoria e consultoria e vejo, claramente, que a maioria das pessoas que já ouviram falar nisso tudo não sabe bem o que cada um deles faz!

    Abraços!!

  • http://www.startupsstars.com/ Talita Lombardi

    Muito bom Murilo!!! Temos que continuar influenciando para o bem , até para ensinar o que está acontecendo nesse pequeno “nicho”… As pessoas falam muito, acham que todo mundo sabe o que são startups, empreendedorismo… Mas eu que vivo entre os “os dois mundos”ainda vejo que estamos ensinando muito para a galera que está abaixo da “ponta do iceberg”.

  • Ivanor L. Rabelo Junior

    Achei especialmente interessante a colocação sobre a timeline do facebook. De fato, os algoritimos que filtram a nossa timeline, deixam a impressão de que todo mundo que conhecemos estão falando do assunto que estamos. Não estão! É que as opiniões contrárias, ou os outros assuntos diversos que um universo gigante de pessoas podem estar falando, não chegam até nós.
    Quanto a participação maior no grupo do facebook do que aqui no blog, é uma situação de comodismo. Recebo as atualizações do podcast no iTunes e escuto no carro. O blog não está no percurso que percorro para consumir este produto. Para comentar aqui é necessário um esforço extra. É pequeno, mas extra e as pessoas não estão afim disto
    Já o grupo do facebook está no caminho que percorro para consumir outros assuntos. Ainda não contribuí com nenhum comentário, mas eventualmente isso pode acontecer, pois é um conteúdo que passa na minha porta, não demandaria nenhum esforço para participar.
    FIca a dica aí papai

  • Adamo Bastos Soares

    Grande Murilo, acho melhor a gente nem começar a contabilizar o que estou lhe devendo, com certeza estaria passando dos milhões. Para ter uma ideia tenho lhe acompanhado desde do primeiro podcast em janeiro de 2015 (um ano de Hardwork), é muita transformação Papai! Além do tema de empreendedorismo, o melhor tema é educação, com certeza nosso país precisa muito de uma renovação nesse setor.

  • Mauricio Barros

    Já que você pediu , vim aqui deixar meu comentário
    Te conheci no evento da RD no ano passado, e vi você comentando no intervalo de uma das palestras sobre podcast.
    Sou Ouvinte do Brainstorm , anticast , jovem nerd, gvcast , gikovate e desde outubro do seu.
    Fato é que seu programa vem me transformando aos poucos, por isso acredito que deveria ser mais longo.
    Me identifiquei com sua velocidade em falar sobre vários assuntos ao mesmo tempo, sofri criticas a vida toda por conversar desta forma acelerada sobre tudo em uma única conversa. Você e o Fabio Porchat provam que o mundo gira mais rápido do que parece.
    Faça um banner um botão qualquer coisa no seu site – Murilogun para esse endereço.
    Não sabia da existencia desse endereço.

    Uma otima semana , programa top um dos melhores, PS: Plug-in chato para confirmar se não sou um robo

  • Diego Mendonca

    Murilo, esse não foi um bom podcast. Foi somente o MELHOR podcast do Guncast! Hahaha! Sério mesmo… Sempre recebo grandes insights em seus podcasts, mas esse em especial parece q despertou algo mto mais forte dentro de mim. Tipo, uma vontade raivosa (no bom sentido, claro) de “ir lá e fazer acontecer”. Na boa, vou ouvir aqui de novo hoje pelo menos mais umas duas vezes. Por favor, não pare com esse projeto. Vc está transformando toda uma geração e fazendo acordar alguns gigantes adormecidos.

  • Ramid Medeiros

    Um episódio épico, parabéns Murilo. O título causa curiosidade, pois foi escrito de forma que o gatilho nos leva a pensar que será uma crítica a quem busca ser coach ou ser agente de mudança de vidas e de pensamentos. O na realidade é exatamente o oposto o que ocorre ao longo do que é dito. Nos incentiva a seguir adiante nessa pegada de querer ajudar as pessoas a mudarem seus mindsets. Sou Engenheiro Civil, tenho especializações, MBAs, a porra toda, porém, em 17 anos de estudo da minha vida para formaçao profissional em nenhum momento fui levado a pensar como alguém que pudesse desenvolver algo por conta própria e ser uma pessoa que pudesse ajudar a outras a encontrarem o seu caminho. Dois anos atrá quando conheci o GV e depois toda essa galera hardwork, Bel, Murilo, Conrado, Érico, etc…foi que consegui, através de conteúdos GRATUITOS, obter ensinamentos realmente transformadores, então nada mais massa do que seguir com essa “corrente do bem”, pois muitas pessoas ao nosso redor ainda não sabem nem que essa galera toda existe, nem imaginam que existe tanta entrega de conteúdo relevante na internet brasileira. Parabéns pelo seu trabalho transformador!
    Em breve serei seu aluno! Continue!!

  • Vania Paula de Freitas

    Pô Murilão! Cara, te ouço todo santo dia no carro indo pro trabalho, e acabo deixando pra depois pra entrar aqui e agradecer! Essa acaba sendo a “desvantagem” do podcast! Mas cara, você já agregou demais na minha vida, e saiba que está na minha lista de http://www.meusinfluenciadorestop10murilogun (kkkkkkkkk………essa URL não existe) rsrsrsrsr….Vlw por tudo!!!! Continue sendo luz! Sucesso sempre!

  • Rafael Magalhães

    Murilooooo, cara há alguns dias atrás ouvi alguém te apresentando da seguinte forma, “Quando você for no Google e não achar resposta, pergunte ao Murilo Gun”. Por isso quando ouvi sobre usar acentos e cedilhas para registro de domínios lembrei que desde 2005 você pode registrar domínio .com.br com acentuações. Lembro bem disso pois não gostei na idéia.

    Pronto, estou motivado por 1 mês.

  • Heitor Marques

    1 – Murilo, seus conteúdos têm gerado transformações em mim. Obrigado por isso.
    2 – Sobre o problema das URLs sem acentuação (reclamado nos ultimos “recomenda”), sou analista de redes e explico: Não há qualquer impedimento técnico de protocolo no uso de acentuação em URLs, mas sim de teclado. Há uma convenção sobre esse não uso porque imagine um russo ou mesmo um americano tentando acessar sua URL guncast.com.br/recomendÇÃo. Esses caracteres não existem no teclado deles, e teriam de decorar uma tecla de atalho ASCII do tipo CTRL+0135 (ç) e CTRL+0198 (ã), o que seria bem mais difícil. Se todos os caracteres especiais estivessem no teclado, ele seria do tamanho de sua TV de 42″. Acho que seriam problemas bem maiores que simplesmente não usar acentos rsrsrs.
    3 – Dos conteudistas que acompanho você é o mais didático. Acho muito massa você terminar sempre com os insights e ainda transcrevê-los aqui no post. Isso ajuda muito na pesquisa. Sugiro a possibilidade de postarem as marcações do áudio para o app WeCast. Ele está crescendo muito entre os “podlisteners” e tem esse recurso de marcação/capítulos para poder voltar ou avançar nos pontos chave rapidamente, além das referências visuais que podem ser adicionadas (cita um livro, aparece a capa… cita uma pessoa, mostra a foto…). Passa isso pra sua equipe. Mais uma vez, meus parabéns.

  • Maíra Lewin

    Normalmente escuto podcast todo o tempo “perdido” do meu dia… Eu não sou muito de comentar, mas concordei plenamente sobre nunca ter te dado nada e decidi vir aqui.

    Acho que vc está certíssimo nas suas considerações sobre coaching. Não tenho a menor intenção de me tornar uma coach, mas acompanho vários deles. Adoro o conteúdo que eles produzem, fico muito grata por tudo que eles fazem e sou muito fã da Paula.
    A primeira vez que te ouvi foi no GVcast e nunca tinha escutado falar de você. Não sei bem pq achei que vc tinha um tom babaca e cheio de si. O resultado é q insisti em saber mais sobre vc e hoje não passo um dia sem ouvir alguma maluquice sua… seu jeito de interpretar as coisas é muito inteligente e diferente. Gosto e me identifico muito. Talvez eu seja a babaca… hahahaha Valeu!

  • Alessandro Vitor

    Murilo,

    A uns dias atrás te mandei um email, que certamente você não leu.
    Por concidência, esse podcast veio para se encaixar perfeitamente com meu texto abaixo.

    tempo de leitura: 58s
    Do fracasso à abertura de um mundo novo

    No começo de 2015 você foi a um evento da CEMAR – Maranhão, empresa que eu trabalhei até outubro. Assim começa meu fracasso, pois não fui selecionado para ir ao evento e nunca vi sua palestra, mas nesse dia deu um start na minha mente e comecei a seguir você no facebook, depois de um tempo veio o insta, depois o podcast e o guncast no facebook, foi quando voltei para o início. A mensagem que quero deixar, depois de quase 1 ano sendo um aprendedor da sua “filosofia”, é de MUITO OBRIGADO. Você gerou transformação na minha vida, onde puder conhecer um mundo novo, de pessoas que pensam como eu. Cara, muito obrigado mesmo, nunca aprendi tanto na minha vida e continuo me capacitando, todo dia. Hoje minha mente tem um algoritmo novo.
    Parabéns pelo seu trabalho. Continua com sua missão de focar em transformação. Você tá no caminho certo.
    Meu intuito foi de ser bem rápido e aqui termino minha gratidão pela sua pessoa.

    Sds,

    Alessandro

  • Rodolfo Figueira

    Excelente discussão Murilo. É que nem advogados, tem um milhão por ai. Tem os bons, tem os que desistem, tem os que fazem concursos e tem os que só fazem merda. Assim, também vamos ter no mundo do coaching os mesmo tipos. Tudo vai depender de quanto as pessoas de fato se identificam com isso e de como elas encaram a profissão. Ou seja, se são profissionais dentro dos seus corações ou e se são meros aventureiros. Se partirmos dai, já vamos ter grandes oportunidades pela frente! Excelente podcast, parabéns!

  • Felipe Quaresma Madureira

    Fiquei na dúvida de onde publicar os comentários. Direto no Soundcloud ou aqui?

    Estou um pouco atrasado, mas vamos lá…Achei bem interessante a percepção de business e análise estratégica do seu empreendimento atual por meio da ótica de barreiras de entrada. Me deu um insight que há vários conceitos do mundo dos negócios, assim como ferramentas, que podem ser utilizados em várias áreas da nossa vida “pessoal”. Porque não fazer um swot, uma cadeia de valor e escolher uma das escolas de estratégia para planejar e monitorar nossos avanços? Outro insight legal colocado é que às vezes pode parecer que tem muitas pessoas já fazendo uma coisa (coaching), mas se olhar pra fora da caixa (desse nicho), a demanda é imensa! Gostei do post papai! Grande abraço!

  • Luciano Rezende

    Gostei do episódio! Sou administrador e passei por vários setores dentro da empresa e adquiri uma boa experiência cedo. Tenho 37 anos e tenho a intensão de ajudar outras pessoas a empreenderem dentro das empresas onde trabalham e também no funcionalismo público. Este episódio me trouxe a consciência da importância e a audiência existente para o conteúdo em questão!

  • Giuliano Sousa

    O empreendedor que forma redes de valor compartilhado promove uma cultura de horizontalização e educação empreendedora.

    Assim, mais pessoas adquirem um novo estado de conciência.

    Mais pessoas descobrem suas paixões e seus propósitos.

    Mais pessoas se sentem empoderadas, encorajadas e capazes.

    Mais pessoas conquistam a própria autonomia.

    Mais pessoas agem e transformam a realidade ao seu redor.

    Mais pessoas implementam iniciativas de valor compartilhado e impacto positivo.

    E assim todos nós ganhamos!

    Trecho retirado do livro VLEF.

    • Glenda Ribeiro

      esse livro é incrível!

  • Glenda Ribeiro

    Ouvi seu podcast no meio da semana, mas só hoje eu resolvi comentar aqui. Há um ano, eu resolvi mudar de vida, em relação aos meus hábitos alimentares e ao sedentarismo. Consegui perder 20Kgs com a motivação: “Comece todo dia!” Foi aí que meus amigos começaram a pedir dicas de como eu consegui mudar tanto, e tal. Foi então, que comecei a ajudá-los indicando nutricionista e chamando pra treinar, hoje várias pessoas do meu ciclo de amizade continuam pedindo muito pra eu ajudar elas a emagrecer, sei que por aí tá cheio de choach fitness, e não sei de posso me considerar uma, até pq eu não tenho formação academica pra isso. Mas criei um grupo com algumas pessoas que me pedem pra ajudar a motiva-las, e estabeleci uma meta. Até junho quero ajudar as pessoas a perder 50Kgs. Dentro desse grupo! Valeu!

  • http://www.adriano-ostoyke.com Leila Adriano Ostoyke

    Murilo, obrigada por esse podcast! Estou preparando o lançamento do meu programa de mentoria em língua portuguesa (desenvolvo ele com sucesso aqui na Alemanha desde 2011 mas quero adaptá-lo para o público brasileiro) e a pergunta sempre vem: será que existe lugar para mais alguém? Bom, acho que achei minha resposta! Valeu!!

  • Renato Andrade

    Estou chegando bastante atrasado, mas não me julguem, pois conheci o Guncast há pouco tempo, então estou ouvindo todos os áudios num ritmo frenético (inclusive os publicados antes do “COMECE AQUI”! Esse foi o primeiro podcast que me senti a vontade para opinar e acrescentar alguma coisa, pois não me vejo como empreendedor ou acredito que tenha experiência suficiente na área para acrescentar algo (por enquanto, eu espero), além disso, meu perfil é mais de ouvir do que falar (sou bem objetivo quando quero explicar/ensinar algo, então admiro muito as pessoas que têm vocação para passar 1h palestrando e prendendo a atenção)!

    Voltando um pouco, queria deixar registrado como cheguei até aqui (acho importante este ponto, por isso resolvi compartilhar). Mesmo morando em Recife e tendo a mesma idade e círculo social do Murilo, nunca tinha ouvido falar a respeito dele. Apesar de também ter começado a usar computador desde adolescente (1995) e estar envolvido na época em mIRC, ICQ, fazer sites, etc, realmente não o conhecia. Acontece que, no fim do ano passado, por coincidência, minha noiva falou de um stand up comedy muito bom no Netflix, de um tal de Murilo Gun! Começamos a assistir e achei fantástico (nunca havia achado tanta graça em algo deste tipo, pois não curto esse tipo de comédia), acredito eu que pela ligação cultural e pelo sotaque Pernambucano, então você acaba se identificando.

    Alguns meses depois, no meio de janeiro, acabou aparecendo na minha timeline do Facebook um vídeo do Murilo sobre o curso de criatividade (não me recordo se algum amigo em comum curtiu ou se foi link patrocinado)! Não lembro exatamente agora qual foi o vídeo, mas me chamou atenção o fato de um comediante (até este ponto eu achava que o Murilo era “apenas” isso) criar um curso de CRIATIVIDADE! Pensei comigo, quem melhor que um comediante de stand up comedy para passar esse conhecimento? Então comecei a “fuçar” a página do Facebook e lá tomei conhecimento do Podcast e das outras “personalidades” do Murilo.

    Ao começar ouvir os Podcasts virei realmente um fã! É bom salientar que admiro poucas pessoas no mundo kkkkkk! Fiquei impressionado com a capacidade de pensar “fora da caixa” e passar conteúdo sem parecer charlatanice!

    Na minha humilde opinião os pontos fortes dele são dois. Primeiro, e mais importante, as experiências práticas vividas. Não acredito em quem tenta passar conhecimento sem nunca ter posto o assunto em prática! As experiências de negócios, de se colocar em posições desconfortáveis de propósito e de ter passado um período na Singularity, são primordiais.

    O segundo ponto forte é como tudo isso é exposto de uma forma simplificada e objetiva. O vocabulário é simples e direto (deixa você mais próximo do interlocutor), assim como a forma simples de se vestir e se apresentar (li uma matéria falando que pessoas ricas e atarefadas usam sempre a mesma roupa para não perder tempo tendo que escolher o que vestir, além disso, usar sempre o mesmo tipo de roupa passa a ideia de maturidade e organização, entretanto, acho que ele deveria fazer a barba, tá parecendo um mendigo! kkkkkk). Porém, mesmo acreditando que imagem pessoal é importante, nestes casos de coaching, admito que fico logo desconfiado quando vejo a pessoa toda bem vestida, querendo passar imagem de sucesso, de que tudo na vida é uma maravilha, que não há dificuldade em nada, que os métodos passados farão sua empresa atingir 1500 clientes, etc… Parece conversa de pirâmide financeira, aka Telexfree, BBom, etc. Posso estar sendo preconceituoso, mas tenho exemplos na minha mente que não vou externar aqui para não fazer propaganda (mesmo que negativa, é um tipo de propaganda).

    Então, em resumo, é como foi dito no Podcast: não adianta se preocupar com as centenas de “coach´s” que estão surgindo, pois poucos terão as mesmas experiências práticas e forma de passar conteúdo!

    Me desculpem o wall of text! Nos próximos serei mais objetivo! Fica aqui meu 2 centavos de contribuição!

  • Valeria Cristina Caetano

    Murilo. Obrigada por compartilhar a sua opinião. Abriu a minha visão. Adorei o que você comentou sobre bolha, percepção de onde estamos inseridos. E pensar grande. Abundância. Adorei!

  • Diogo Prado

    Murilo e demais ouvintes!

    Para não variar, esse episódio foi sensacional!! Eu acredito que posso ajudar a galera adolescente na orientação da carreira, na busca de um autoconhecimento verdadeiro, e acredito poder ajudar outros públicos com os conchecimentos que venho adquirindo nos últimos anos.

    Entretanto, eu me sentia (talvez me sinta um pouco ainda) inseguro em relação à receptividade que eu terei por ser um cara novo, 24 anos. De fato, o universo de podcasters também é muito pequeno ainda se comparado à população brasileira, assim como o de coaches. E acredito solidamente que precisamos mesmo de influenciadores motivacionais, acho muito bom quando me chamam dessa maneira. Estou uma busca de uma mudança de mindset para incorporar melhor essa visão criativa e inovadora de tudo que me cerca.

    Um exemplo é que atualmente eu busco sempre olhar para o ambiente onde vou e descobrir falhas e daí propor soluções. Se antes, eu tentava descobrir o porquê das coisas existirem assim, hoje tento descobrir um outro porquê para as coisas.

    A isso devo o fato de eu acompahar, entre outros, o Myrilo Gun através de seus posts, podcast e do snap (ao qual aderi recentemente). Um grande abraço e obrigado por ser alguém que dá amplo valor ao nosso país.

    Diogo Prado.

  • Dario Cesar da Silva

    E aí Papai! Foda essa discussão, mas muito importante. Estou numa fase de grande mudança pois quero fazer alguma coisa foda que faça a diferença para o mundo que vou deixar para as minhas filhas, minha maior motivação, e para me informar dentro dessa proposta eu não abro mão de aprender com os melhores. Já fiz alguns cursos com a Bell e a Bruna, sou assinante do meusucesso.com com o Flavio Augusto, agora estou fazendo o reapredizagem criativa e no final de abril mentoria com Sidnei Oliveira mas fazendo os cursos e praticando o que se aprende, sem contar os cursos na área técnica .
    Está valendo cada segundo com essa galera e o mais legal é a pilha que você fica pra replicar o que está aprendendo, não quer pegar a onda sozinho! O meu muito obrigado a todos!

  • Eduardo Wdv

    Muito bom! Só acho que você tá desmotivando a galera que cria site viu! não é de hoje que eu percebo isso em você, mude isso na sua mente. ou quem criou esse site tava perdendo tempo ?
    você deve saber que não permitem Ç no navegador porque isso teria que mudar o mundo todo, e o brasil não merece essa atenção toda, e segundo que seria mais fácil os navegadores corrigirem automaticamente o Ç pra C, acho esse o caminho mais rápido 😀

    gosto muito do seu trabalho! um abraço.

  • Kleber Lessa

    Cara, eu venho estudando o comportamento humano, autodidaticamente e na base da vivencia dos relacionamentos. Eu posso me considerar um cara que foi muito mal educado e não estou sozinho nesta condição.

    A trajetória foi e tá punk! Já foi bem pior e o melhor é que a consciência disso tudo me faz não querer agredir nem machucar mais ninguém, isso era modus operandi, ou melhor dizendo, é o tal automático que, em parte, vemos constantemente se manifestando nos posts e reposts bizarros e violentos que viralizam nas redes sociais, ou nos protestos de rua que se tornaram a coqueluche do momento.

    Não me considero mais um coach e se eu tivesse que escrever um livro – teria que ser na base da metáfora da metáfora da metáfora para não comprometer ninguém que conviveu e ou convive comigo. E o tema seria: Nunca Faça Assim, ou Foi assim que me fudi na vida, quem sabe até, O Diário de um Otário. Depois desta, vai ficar difícil pra qualquer um querer me considerar um coach!

    O bom é que estou conhecendo gente que realmente é competente e que deu certo na vida e principalmente, está muito bem intencionado e mostra que quer ajudar as pessoas a evoluir. E se todo mundo se tornar um coach a vida nesse planeta vai dar um salto nunca visto em toda e existência desse planeta. E eu quero estar nessa vibe.

    #PORumaTIMElineCOACH #motivaçãoEHfodaGOSTOSA

  • Kleber Lessa

    Quem será o desbravador inovador e herói nacional que irá romper a barreira do ç na internet, porra?
    Alguém aí?

  • Leandro Barfly

    Na minha opinião deveríamos estar MUITO, mas muito preocupados mesmo era com os “agentes” DESMOTIVADORES, leia-se aí as grandes mídias (sem citar pessoas), que a cada dia empurram em nossos sistemas nervosos e digestivos uma “massa negra” de desespero e de negatividade, configurando o mindset da grande maioria em um malware muito do safado.

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