E aí! Como vai?!

O episódio de hoje é sobre Motivação, e pra ser mais específico; sobre a nova e primeira palestra motivacional do Murilo.

Qual é a diferença entre motivação e empolgação? Por que devemos ter uma razão para fazer algo? Isso é importante mesmo?

Escuta o episódio e tire os seus insights 😉

Caso você tenha interesse em contratar essa ou outra palestra, clique aqui!

Nesse episódio, foram capturados 6 insights:

  • “O porquê dá significância. O porquê é o motivo que gera motivação.”
  • “Ganhar dinheiro é um motivo, mas é um motivo extrínseco”
  • “A gente é tão acostumado a não ouvir a gente mesmo, que a gente não sabe o que é ouvir a gente mesmo.”
  • “Um motivo intrínseco de evoluir, ser melhor, aprender mais, fazer melhor o que tem que ser feito. Esse é o melhor motivo.”
  • “Não é a empresa que tem que cuidar do seu crescimento, é você.”
  • “O que te tira o sono? E outra pergunta legal de fazer é; O que te tira da cama?”

 

 

  • Nilton Martins

    E aí, papai! Todo podcast seu é foda! Não perco um.
    Manda outro revoal que já tá na hora.

  • Gustavo De Freitas

    guncast é foda papai, bom demais

  • http://www.projetopotencia.org/ Varlei Xavier Nogueira

    Este episódio foi bastante complementar à live de bom dia. Depois, ao longo do áudio, vi que foi gravado em seguida. Recomento, inclusive, para quem ouve, assistir à live também porque complementa a experiência. A interação com a galera ajudou a ampliar o assunto.

    Olha novamente aí a escola com responsabilidade. Concordo plenamente e como professor isso me entristece. A escola tradicional tem sufocado a autonomia, a curiosidade e a criatividade, o desejo de aprender.Larguei a sala de aula só para trabalhar com Teatro Estudantil porque via muito mais resultado com o teatro do que com a Língua Portuguesa. Costumo dizer que “larguei as drogas”. Hoje consigo proporcionar muito mais situações de aprendizagem do que na sala de aula regular. Bom, se a aula é “regular”, já tem algo de errado, né? Regular é sinônimo de mediano, medíocre. E mais ou menos, para mim, não serve.

    Conheço colegas que, ao longo da jornada como professor, perderam seus motivos intrínsecos e passaram a ter apenas a motivação de “ganhar dinheiro” e “dar oportunidade e educação aos filhos”. Some então a vontade de crescer e aparecea o “eu ganho pouco, então me esforço pouco”. Alguns deles, mesmo antes dos 40, já estão esperando o tempo da aposentadoria. “Não posso sair porque faltam 10 anos para eu me aposentar…”. Cara, 10 anos de uma vida… Há muitas exceções, mas casos como estes são abundantes. Optei por não compactuar com isso.

    Há sim, escolas que se propõem a romper com estes padrões. Recomendo até, para quem quiser se inspirar e se motivar através de exemplos de escolas disruptivas, a leitura do livro “Volta ao Mundo em 13 Escolas”, do Coletivo Educ-ação, que visitou 13 instituições (públicas e privadas), algumas no Brasil e outras no mundo, com propostas diferentes do tradicional. E os exemplos são bem diversos. Desde uma escola com proposta de gamificação do conteúdo, onde o professor trabalha em conjunto com designers, passando por escolas onde a questão da autonomia é proposta de forma bem radical, até um escola no meio da floresta, feita toda de bambu e que trabalha dentro de um modelo ecologicamente sustentável. O livro está disponível para download gratuitamente. É só dar uma pesquisada e baixar.

    Por fim, quero dizer que acompanhar a live e o guncast, postando aqui minhas reflexões está sendo muito especial. Tem realmente feio a diferença na minha vida. Claro que, na maioria das vezes, venho aqui e conto coisas a meu respeito, que talvez não interesse a ninguém. Eu até podia escrever e guardar numa pasta no meu computador, mas durante minha jornada de Doutorado Informal, aprendi que compromissos públicos ajudam a desenvolver disciplina. Tem funcionado muito.

    Beijo na testa!

    • murilogun

      comente sempreeeeee

  • Léo Habib

    Murilo sempre dando um show nos no guncast…rs Então papai, deixa eu tentar exercitar o feedback sanduiche (rs): Concordo muito q esse termo motivacional já tem um pouco de preconceito e vc foi certeiro ao falar sobre como isso é pessoal e precisa ser direcionado à alguma ação.
    Não vejo como uma crítica, mas acrescentaria um pouco sobre a teoria motivacional do “U” invertido de Yerkes & Dodson de 1908…rs De maneira bem resumida, a questão é q a ativação não pode estar aquém ou além de um ponto ótimo, e como vc mesmo disse, isso é bem pessoal.
    Eu sempre lembro do exemplo do Fernando Scherer em 2000 q foi super “motivado” ao andar em brasas e isso fez com que ele queimasse a largada da sua prova no dia seguinte.
    A melhor ideia p se motivar e motivar outras pessoas é conhecer cada um, profundamente!!! https://uploads.disquscdn.com/images/4fb5ae85c0083874d20dae89e48cc69aece471f913ce3642ac9a178a869fdfdf.gif

  • https://www.youtube.com/user/aNGELcLEYDSON Cleydson Barbosa

    Conclusão: Motivo é que nem boi, você tem que dar um nome para ele.

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